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Mãe se separa, mas decide ter o segundo filho com o ex-parceiro: "Não era sobre escolher algo perfeito"

Crescer - O principal portal de notícias para pais, mães e gráv… June 6, 2026
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Em depoimento à Newsweek, Sasha Goreshtein conta como, após a separação, decidiu ter um segundo filho com o mesmo parceiro, por acreditar que era a escolha mais estável para a família que já haviam construído juntos. Sasha decidiu colocar os filhos acima de qualquer desavença com o ex. Reprodução/Instagram Sasha conheceu o pai dos filhos no início dos 30 anos. Os dois se aproximaram rapidamente e ela engravidou apenas seis meses depois do início do relacionamento. Quando o filho mais velho estava prestes a completar 2 anos, o casal havia se separado e morava em casas diferentes. Ao se aproximar dos 40, Sasha começou a refletir com mais profundidade sobre seus planos de família. "Sempre soube que queria dois filhos, e também tinha muita consciência da minha idade e da realidade do meu tempo", contou. Diante disso, a opção que lhe pareceu mais natural foi ter outro filho com o pai do seu primogênito, que, segundo ela, sempre esteve presente e ativo na vida da criança. Co-parentalidade acima do romance Sasha descreve o relacionamento romântico como instável, mas faz questão de separar isso da capacidade de ambos de criar os filhos juntos. "Tinha clareza de que, mesmo que o lado romântico não continuasse, ainda seríamos capazes de co-parentar de forma estável e respeitosa. Já havia uma confiança de que os dois estaríamos presentes para o nosso filho, independentemente de qualquer coisa." A decisão, ela explica, não foi impulsiva. Foi o resultado de uma reflexão longa sobre o que ofereceria mais consistência ao filho. O peso de ter um irmão Uma parte central dessa escolha foi o desejo de dar ao filho mais velho um irmão. "Tenho uma irmã, e ela é genuinamente a pessoa mais próxima de mim no mundo. Não consigo imaginar ter crescido sem esse vínculo", disse. Sasha também se lembrou de uma amiga de infância que cresceu sem irmãos em um ambiente familiar instável. "Ela dizia que se sentia muito sozinha, como se não houvesse ninguém que entendesse de verdade o que ela vivia dentro da própria família. Ouvir a perspectiva dela ficou comigo." Initial plugin text Para Sasha, ter um irmão é, antes de tudo, ter alguém que sempre estará do seu lado. "A vida é imprevisível, e pensei no que daria ao meu filho o maior senso duradouro de conexão e apoio nos diferentes cenários possíveis." Uma gravidez solitária e uma força que não sabia que tinha Sasha reconhece que o caminho não foi fácil. Durante a segunda gestação, enfrentou desafios físicos e emocionais em grande parte sozinha. "Foi difícil. Mas também me mostrou uma força que acho que eu não reconhecia completamente em mim mesma naquele momento." Hoje, ao ver os dois filhos juntos, sente que fez a escolha certa. "Quando olho para os meus filhos, sinto uma profunda realização. Saber que eles têm um ao outro, que vão crescer com esse vínculo para a vida toda, me traz muita paz." Para quem considera um caminho fora do convencional, o conselho de Sasha é direto: "O que mais importa é fazer escolhas enraizadas no amor, na estabilidade e no bem-estar de longo prazo dos seus filhos, e estar disposta a se adaptar quando a vida não segue o plano."

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