O seu está na lista? 3 estados brasileiros que lideram a estimativa de câncer em jovens para 2026
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February 4, 2026
Receber o diagnóstico de câncer infantil causa uma enorme dor nas famílias. Afinal, a doença pode evoluir de diferentes formas e, infelizmente, ter um desfecho fatal. Nesta quarta-feira (4/2), o Instituto Nacional de Câncer (INCA) publicou informações atualizadas sobre a estimativa de casos novos de câncer para 2026, incluindo os infantojuvenis. Diagnóstico precoce aumenta chances de cura do câncer infantil Freepik Os dados revelam as taxas brutas de incidência de pessoas de 0 a 19 anos. Taxa geral Paraná: tem uma taxa estimada de 183,59 casos para cada 100 mil habitantes; Pernambuco: tem uma taxa estimada de 172,36 casos para cada 100 mil habitantes; Rio Grande do Sul: tem uma taxa estimada de 168,11 casos para cada 100 mil habitantes; Confira onde as taxas também seguem altas: Santa Catarina: tem uma taxa estimada de 164,95 casos para cada 100 mil habitantes; Paraíba: tem uma taxa estimada de 159,61 casos para cada 100 mil habitantes; Distrito Federal: tem uma taxa estimada de 157,80 casos para cada 100 mil habitantes; São Paulo: tem uma taxa estimada de 153,14 casos para cada 100 mil habitantes; Meninos No caso dos meninos, os estados que concentram as maiores taxas são: Paraíba: tem uma taxa estimada de 191,73 casos para cada 100 mil homens; Pernambuco: tem uma taxa estimada de 184,19 casos para cada 100 mil homens; Paraná: tem uma taxa estimada de 182,67 casos para cada 100 mil homens; As taxas também seguem altas em: Minas Gerais: tem uma taxa estimada de 152,31 casos para cada 100 mil homens; Rio Grande do Sul: tem uma taxa estimada de 161,18 casos para cada 100 mil homens; Distrito Federal: tem uma taxa estimada de 163,06 casos para cada 100 homens; Espírito Santo: tem uma taxa estimada de 165,20 casos para cada 100 mil homens; Meninas Paraná: tem uma taxa estimada de 184,54 casos para cada 100 mil mulheres; Santa Catarina: tem uma taxa estimada de 183,26 casos para cada 100 mil mulheres; Rio Grande do Sul: tem uma taxa estimada de 175,35 casos para cada 100 mil mulheres; As taxas também estão altas em: São Paulo: tem uma taxa estimada de 165,05 casos para cada 100 mil mulheres; Distrito Federal: tem uma taxa estimada de 152,33 casos para cada 100 mil mulheres; Pernambuco: tem uma taxa estimada de 159,92 casos para cada 100 mil mulheres; Mato Grosso do Sul: tem uma taxa estimada de 129,51 casos para cada 100 mil mulheres; A importância do diagnóstico precoce Em geral, o câncer surge quando as células começam a se multiplicar muito rápido e de forma desordenada. Mas, diferentemente dos adultos, as causas da doença nas crianças ainda não são totalmente conhecidas. Avaliar a incidência de câncer é uma análise complexa. Afinal, os estados podem ter uma taxa maior devido a um rastreamento mais preciso. De fato, é essencial realizar o diagnóstico precoce do câncer para melhorar as chances de recuperação das crianças. No entanto, os primeiros sinais de que algo na saúde das crianças não vai bem nem sempre são perceptíveis logo de cara. As “pistas” de que um câncer está se desenvolvendo podem aparecer em forma de uma febre que não passa, de uma dor de cabeça que não melhora com remédios, de um incômodo constante nos ossos e nas articulações… Em entrevista anterior à CRESCER, Andrea Cappellano, oncologista pediátrica, explicou que na fase inicial da doença, os sintomas são parecidos com os de outras doenças pediátricas comuns, como gripes e viroses, por exemplo. “Precisamos prestar atenção na duração desses sintomas e no que está por trás deles. Se eles se prolongam demais, sem explicação aparente, não devemos ter medo de pensar numa investigação de câncer. Não é preciso fazer grandes exames ou ter uma grande estrutura hospitalar para pensar nessa hipótese diagnóstica. O que a gente precisa é ter o acompanhamento e o olhar atento da família e de um pediatra, que vão saber identificar quando algo estiver diferente do normal”, explica.
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