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Greve geral contra reforma trabalhista de Milei tem trens parados, voos suspensos e bancos fechados

O GLOBO | Confira as principais notícias do Brasil e do mundo February 19, 2026
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Começou às 0h desta quinta-feira, na Argentina, a greve nacional convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT) em resposta à reforma trabalhista que o governo de Javier Milei quer implementar no país. O projeto será debatido hoje à tarde na Câmara dos Deputados. A paralisação, que durará 24 horas, tem adesão de todos os sindicatos de transporte, trabalhadores do setor público e empregados do comércio, entre outros. Ao todo, são 13 sindicatos. Desde a meia-noite não há trens, metrôs nem voos, e a maioria dos táxis não está operando. Bancos também estão fechados. No entanto, diferentemente da greve geral anterior, de 10 de abril do ano passado, a empresa DOTA, de ônibus, não aderiu e algumas linhas estão funcionando. A quarta greve contra a gestão do presidente Milei foi anunciada dias atrás, após a aprovação do projeto no Senado. A Asociação de Pilotos de Linhas Aéreas informou ao jornal La Nacion que seus integrantes são “organicamente parte da Confederação Geral do Trabalho” e que provavelmente participarão da paralisação. Além disso, a Aerolíneas Argentinas informou que mais de 31 mil passageiros serão afetados pelo cancelamento de 255 voos em toda a sua malha de operações como consequência da greve convocada pela CGT. A medida terá um impacto econômico estimado em US$ 3 milhões. A Flybondi, porém, informou que vai transferir sua operação do Aeroparque para o Aeroporto de Ezeiza para manter ao menos parte de seus serviços. O plano é realizar cerca de cem voos, com estimativa de mais de 16 mil passageiros transportados. Matéria em atualização

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