Enquanto a Cidade Dorme
Henrique Dias
January 12, 2024
Lembro-me de que, em 2013, li um livro do qual gostei imenso: Enquanto a Cidade Dorme de Álvaro Magalhães. Não me lembro precisamente porquê, mas a história fascinou-me. Como resumo, escrevi a 15 de setembro de 2013 este poema. > Enquanto a Cidade Dorme > > Enquanto Ana dorme, aparece um anão. E então começa o pagode, mas este vai com precaução. Oh! que chatice, neste mundo ele tem silhueta. > > Ana vê a sua sombra, mas logo ele se oculta fingindo ser um calhau que estava perto da ventana. > > O anão começou a falar e a Ana ensinar. Esta ao escutar, reparou não estar a sonhar. > > Outrora Homens e outros seres viveram em harmonia, mas graças ao Homem ela se quebraria. Mas antes? Que aconteceu? Assinaram o Tratado da Lembrança. > > O Anão começa a dizer, que do outro lado há um afazer. O que é? O que será? O Tratado da Lembrança tem que ser assinado outra vez. > > O anão referiu também que sapatos de fada eles tinham. Ana ficou encantada e quis logo saber a morada. > > O anão então lha disse, e ela à sua porta chegou, antes que esta se extinguisse. Mas apenas Rui encontrou. > > Por outra pedra disse Rui, fora enviado até aquele local, não para sapatos de fada comprar, mas para sapatos de gnomo arranjar. > > Repentinamente a luz acendeu então Ana lá cedeu. Lá fora ela para o outro lado, enquanto Rui ficou parado. > > Martin, o gnomo, chateado ficou por o rapaz não ter entrado. Rui então se encorajou, e na loja entrou. > > Lá dentro vislumbrou um fantasma muito velho! Então acreditou, acreditou, e para o outro lado atravessou. > > Do outro lado encontrou, um anão resmungão, que a pescar dizia estar num grande buracão. > > Rui então perguntara, se por ali uma rapariga passara. Infelizmente este respondera, que ela já desaparecera. > > Continuou a andar e Martim encontrou, então este explicou, que a pedra era ele! > > Mais uma vez Martim explicou, que o Tratado da Lembrança expirou. Novamente assinado teria que ser para que este continuasse a prevalecer. > > Uma recordação era o Tratado para que não fosse esquecido o fantasiado. Então Rui avançou, e num labirinto entrou. > > Uma rapariga lá encontrou, que lhe mandou água divina beber. Rui não quis e recusou, para continuar a Ana procurar. > > Ana preocupada estava, pois Rui tentara achar. Mas não se tardaram a juntar e então o tratado assinar.
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