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  "publishedAt": "2026-06-17T11:43:00.000Z",
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  "textContent": "A intervenção no Consórcio Guaicurus pode melhorar a qualidade do transporte coletivo em Campo Grande? Essa é a pergunta da enquete desta quarta-feira, em meio à primeira semana de comando temporário da Prefeitura sobre o sistema de ônibus da Capital.  Participe votando abaixo e deixe seu comentário nas redes sociais do  Campo Grande News . A enquete não tem caráter científico e visa refletir a opinião dos leitores sobre determinados temas do dia a dia.  A medida foi decretada por até 180 dias e retirou temporariamente do Consórcio Guaicurus a gestão operacional, financeira e administrativa do transporte coletivo. A empresa segue como concessionária formal, mas uma equipe interventora passou a ter acesso a garagens, veículos, sistemas de bilhetagem, documentos e dados internos para avaliar a real situação do serviço.  Apesar da mudança no comando, a própria equipe interventora já avisou que o usuário não deve esperar efeito imediato nas linhas, horários ou na frota. O primeiro passo será fazer um diagnóstico da concessão, ou seja, levantar informações sobre dinheiro, operação, manutenção dos ônibus e cumprimento do contrato. Na prática, a intervenção começa mais como uma lupa do que como uma oficina.  Também não há previsão, neste momento, de aporte financeiro extra para o sistema. Segundo o interventor-geral, a operação continuará funcionando com a arrecadação atual e os pagamentos já previstos em contrato. Ônibus antigos, inclusive os que estão acima do limite de idade previsto, devem continuar circulando durante esse período.  A Prefeitura afirma que a intervenção foi adotada após anos de reclamações, decisões judiciais, relatório de comissão especial e problemas como descumprimento de horários, falhas de manutenção, redução da frota em circulação, reprovações em inspeções técnicas e risco à segurança dos passageiros. A prefeita Adriane Lopes também afirmou que os mais de mil trabalhadores do sistema não serão demitidos por causa da medida.  Ao fim do processo, a Prefeitura poderá devolver a gestão ao consórcio, aplicar sanções ou até abrir caminho para o encerramento do contrato de concessão. Até lá, a pergunta fica para quem depende dos ônibus todos os dias: a intervenção no Consórcio Guaicurus pode melhorar a qualidade do transporte?",
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