{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreicpkjt4mckshwc7yf7ot4cpbh5nmn4mxxl43ktbu7n5zm5n2qusvi",
    "uri": "at://did:plc:xid3zrexgnaohygesh3xtdjm/app.bsky.feed.post/3moewi6nkih32"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreihfmyajian7g4doyy2qxpg6rhjrwrxnmnmfv356mz3tawgau2awfy"
    },
    "mimeType": "image/png",
    "size": 1119891
  },
  "path": "/cidades/capital/padrasto-e-condenado-a-18-anos-e-8-meses-por-estupro-de-enteada",
  "publishedAt": "2026-06-16T04:00:00.000Z",
  "site": "https://www.campograndenews.com.br",
  "textContent": "Justiça de Mato Grosso do Sul condenou um homem a 18 anos e 8 meses de prisão por estupro de vulnerável contra a enteada em Campo Grande, em decisão que também fixou indenização de R$ 5 mil por danos morais à vítima. A sentença obtida nesta segunda-feira (15) pelo  Campo Grande News  determinou o regime inicial fechado.  O processo aponta que os abusos ocorreram entre 2017 e 2024, dentro da casa onde o réu vivia com a mãe da criança. A vítima tinha entre seis e 12 anos no período. O homem se aproveitava de momentos em que permanecia sozinho com a enteada para praticar atos libidinosos e conjunção carnal, segundo a denúncia.  As investigações reuniram depoimentos, perícia e outros elementos de prova. O conjunto apontou a ocorrência de violência sexual de forma repetida ao longo dos anos, em ambiente doméstico, o que sustentou a acusação apresentada à Justiça.  Conforme o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o caso veio à tona quando a família passou a desconfiar de situações dentro do convívio doméstico. A suspeita surgiu a partir de informações relatadas pela filha biológica do réu durante atendimento psicossocial. Ela não relatou violência contra si, mas indicou que a enteada sofria abusos praticados pelo pai.  A partir desse relato, o caso avançou para apuração formal. Em juízo, o réu negou as acusações e afirmou que a vítima teria inventado os fatos. A versão não encontrou respaldo no processo.  A decisão judicial destacou que o depoimento da vítima apresentou consistência ao longo da investigação e encontrou apoio em provas técnicas e testemunhais. Com base nesse conjunto, a Justiça considerou configurado o crime de estupro de vulnerável em continuidade delitiva.  Além da pena de prisão, a sentença determinou o pagamento de indenização de R$ 5 mil à vítima por danos morais. O valor foi fixado como reparação pelos impactos da violência sofrida durante os anos de abuso.",
  "title": "Padrasto é condenado a 18 anos e 8 meses por estupro de enteada"
}