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  "publishedAt": "2026-05-29T23:21:00.000Z",
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  "textContent": "A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) manteve a bandeira tarifária amarela para junho e confirmou nesta sexta-feira (29) a cobrança adicional nas contas de energia elétrica em todo o país. A medida ocorre por causa do período seco, que reduz a geração nas hidrelétricas e aumenta o uso de usinas termelétricas, mais caras, no SIN (Sistema Interligado Nacional).  Com a decisão, os consumidores pagarão acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A cobrança já havia sido aplicada em maio e continuará no próximo mês.  Segundo a agência reguladora, as condições de geração perderam parte da vantagem observada no início do ano. Entre janeiro e abril, a bandeira permaneceu verde, sem custo adicional para os consumidores, devido ao cenário favorável dos reservatórios e da produção hidrelétrica.  A Aneel explicou que a redução das chuvas exige maior acionamento das termelétricas para garantir o fornecimento de energia. Como esse tipo de geração apresenta custo mais elevado, a despesa extra é repassada por meio do sistema de bandeiras tarifárias.  Criado em 2015, o mecanismo informa mensalmente as condições de geração de energia no país. A bandeira verde indica ausência de cobrança adicional. Já a amarela representa condições menos favoráveis e acrescenta R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.  No sistema também existem as bandeiras vermelhas. No patamar 1, o adicional é de R$ 4,46 para cada 100 kWh. No patamar 2, a cobrança sobe para R$ 7,87 na mesma faixa de consumo.  A cada mês, o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) reavalia as condições de operação do sistema elétrico e projeta os custos de geração. Com base nesses dados, a Aneel define a cor da bandeira tarifária que será aplicada aos consumidores.",
  "title": "Conta de luz seguirá mais cara com manutenção da bandeira amarela"
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