{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreibhr3nsprpqcya7hv5ykuypcz2lgi5xyuj3xvehimothpxspoixiu",
    "uri": "at://did:plc:xid3zrexgnaohygesh3xtdjm/app.bsky.feed.post/3mmedfthyamm2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreihuvjwuawbnyn432sokyqaghn5kpzjqtxktjl5gm45ghsc2ml2kly"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 42195
  },
  "path": "/politica/agro-reage-no-campo-mas-cobra-politica-agricola-mais-previsivel-diz-reinaldo",
  "publishedAt": "2026-05-21T10:03:00.000Z",
  "site": "https://www.campograndenews.com.br",
  "textContent": "O agronegócio brasileiro continua avançando em tecnologia, produtividade e eficiência dentro das propriedades rurais, mas ainda enfrenta dificuldades estruturais fora delas. A avaliação foi feita pelo ex-governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, durante evento do setor agropecuário em Maracaju.  Segundo ele, o produtor rural tem mantido investimentos em inovação e sustentabilidade mesmo diante de um cenário econômico considerado desafiador. Para Reinaldo, a capacidade de adaptação do agro brasileiro demonstra a força do setor, apesar da instabilidade internacional e das dificuldades enfrentadas no acesso ao crédito.  “O produtor está fazendo o dever de casa, investindo em tecnologia, produtividade e inovação. O problema está fora da porteira, onde falta uma política agrícola forte e previsível”, afirmou.  O ex-governador destacou que os custos de produção seguem pressionando o campo, principalmente por causa da alta dos fertilizantes, além dos reflexos das guerras internacionais e dos juros elevados praticados no crédito rural.  Na avaliação dele, a combinação desses fatores reduz a competitividade e aumenta a insegurança para quem produz.  “Atualmente, o produtor trabalha sob muita pressão. Temos aumento de custos, juros elevados e uma política agrícola que não oferece previsibilidade. O crédito rural continua caro e muitas vezes incompatível com a realidade do campo”, disse.  Reinaldo também criticou a fragilidade dos mecanismos de proteção ao produtor em períodos de perdas climáticas. Segundo ele, o modelo atual do Proagro precisa passar por mudanças para garantir maior segurança em situações de seca, excesso de chuva e quebra de safra.  “Quem produz alimentos precisa ter segurança para continuar investindo e produzindo”, afirmou.  Ao defender medidas voltadas ao fortalecimento do setor produtivo, o ex-governador ressaltou o peso econômico do agronegócio na geração de empregos e no equilíbrio da economia nacional.  “O agro sustenta boa parte da economia brasileira, gera empregos, produz alimentos e ajuda a equilibrar a balança comercial do país”, declarou.  Pré-candidato ao Senado, Reinaldo afirmou que pretende defender em Brasília pautas ligadas ao fortalecimento do crédito rural, ampliação do seguro agrícola, melhoria da infraestrutura logística e garantia de segurança jurídica para o setor produtivo.",
  "title": "Agro reage no campo, mas cobra política agrícola mais previsível, diz Reinaldo"
}