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Complexo de museus da UFMS une passado e futuro usando a tecnologia

Campo Grande News - Conteúdo de Verdade [Unofficial] May 20, 2026
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Passado e futuro se fundem no complexo de museus da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), que mantém em Mato Grosso do Sul uma estrutura de primeiro mundo. O Muarq (Museu de Arqueologia) e o MCTU (Museu de Ciência e Tecnologia) unem realidade virtual e telas sensíveis ao toque para revelar desde as primeiras pegadas humanas em MS até as possibilidades de origem do universo e para onde podemos ir. Nesta 24ª Semana Nacional de Museus, organizada em todo o País pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Museus) e que vai até 24 de maio, o Templo das Musas, em solo campo-grandense, é um exemplo do que Campo Grande tem construído de melhor. A reportagem do Campo Grande News teve a oportunidade de ver de perto a beleza desses espaços e saiu de boca aberta diante da qualidade e da organização. Isso porque a tecnologia empregada não deixa nada a desejar em relação aos museus de grandes cidades brasileiras.  A pró-reitora de extensão, cultura e esporte da universidade,  Lia Raquel Toledo Brambilla não mede palavras para falar sobre o complexo, que traz à tona possibilidades diversas de aprendizado. “Este aqui é o tipo de negócio que valoriza a nossa terra e também mostra a capacidade que a gente tem de ensinar. Os conteúdos são nossos. Isso aqui tudo é de Mato Grosso do Sul”, se alegra. Guia  - A viagem começa em uma sala com tela gigante onde passa um filme sobre a história da UFMS. Em seguida, cada participante pode colocar óculos de realidade virtual para jogar um game cujo objetivo é cuidar do meio ambiente. As crianças adoraram! Em seguida, entramos na Sala Universo, onde uma tela panorâmica aproxima as estrelas, os planetas, os asteroides e as galáxias. O vídeo ensina sobre as origens da vida, parte da história da humanidade até aqui e encerra questionando para onde ainda podemos ir. Lá também há uma maquete do sistema solar com os planetas suspensos e uma mesa que reflete o que está em cima e óculos de realidade aumentada, com os quais é possível passear pelo espaço e “tocar” no universo. Logo depois é hora de conhecer o que nos trouxe até aqui: nossos antepassados guerreiros e suas ferramentas feitas à mão. No Muarq, um livro gigante mostra as descobertas em cavernas na cidade de Alcinópolis, com desenhos rupestres que marcam a presença humana na região.  Na vitrine, peças arqueológicas encontradas nos últimos 27 anos em solo sul-mato-grossense estão expostas para comprovar a passagem de diferentes grupos humanos que povoaram o Estado no passado. Há ainda uma exposição sobre o contexto cultural dos indígenas agricultores ceramistas, datado de cerca de 1.500 anos. Por fim, mais uma tela gigante mostra os diferentes animais que existiram ao longo das eras da Terra, como o tigre dente-de-sabre e a preguiça gigante.  Quem pode ir  - Atualmente, os espaços recebem apenas visitas em grupo e agendadas. A expectativa é que em julho esteja tudo pronto para que os museus possam ser abertos para a população em geral.  A diretora de popularização da ciência da universidade, Patricia Colombo Mescolotti, explica que, além dos dois museus, a área destinada a aproximar o público do aprendizado científico conta ainda com o autocine, a livraria, que já está aberta e pode ser visitada todos os dias, e o Parque da Ciência, um espaço a céu aberto onde é possível brincar, interagir com os monumentos e conhecer como funcionam. Ao fim de todas essas áreas de visitação, há ainda o planetário, que é a metade de um globo onde no teto são projetados o céu, a Terra, as galáxias e o que mais for possível. Quer conhecer mais sobre esses espaços? Acesse os links a seguir: MCTU , Muarq , Parque da Ciência .

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