{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreictkhibcbky5jsyeqalu5vtoaqlngqvdxpievu2sncfbtaqe3kl3e",
    "uri": "at://did:plc:xid3zrexgnaohygesh3xtdjm/app.bsky.feed.post/3mmakp3hjglv2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreih7t7ngikz2bozbz2i37tys53x3rjxpjp33chhxlt7j7xckfjorba"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 32275
  },
  "path": "/brasil/cidades/exame-toxicologico-ja-e-obrigatorio-para-tirar-cnh-de-carro-e-moto-em-ms",
  "publishedAt": "2026-05-19T21:31:00.000Z",
  "site": "https://www.campograndenews.com.br",
  "textContent": "Candidatos que começaram o processo para tirar a primeira CNH (Carteira Nacional de Habilitação)  de moto e carro em Mato Grosso do Sul já precisam apresentar resultado negativo em exame toxicológico. A exigência passou a valer para processos cadastrados no Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) a partir de 18 de maio de 2026, ontem. Em Campo Grande, os valores vão de R$ 100 a R$ 160, dependendo do laboratório.  A mudança atinge quem vai tirar habilitação para categorias A e B. Até então, o exame toxicológico era exigido apenas para motoristas das categorias C, D e E, usadas para veículos de carga, transporte de passageiros e combinações de veículos.  A nova regra segue determinação da Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito), com base na Lei nº 15.153/2025, que alterou o CTB (Código de Trânsito Brasileiro). A orientação foi enviada aos Detrans de todo o país por meio de ofício-circular.  Na prática, o candidato poderá fazer o exame durante o processo de habilitação, mas precisará estar com o resultado negativo registrado no sistema antes da emissão da PPD (Permissão para Dirigir). A PPD é o documento provisório entregue ao novo condutor antes da CNH definitiva.  Segundo a orientação da Senatran, a etapa de emissão da PPD será o momento usado para verificar se a exigência foi cumprida. Caso não haja resultado negativo válido no Renach (Registro Nacional de Condutores Habilitados), a permissão não poderá ser emitida.  O exame deve ser feito em laboratório ou clínica credenciada, conforme regras da Senatran. O Detran-MS orienta os candidatos a buscarem informações apenas pelos canais oficiais e a confirmarem se o local escolhido tem credenciamento regular para realizar o toxicológico.  Mesmo com a regulamentação específica ainda em análise técnica pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), a Senatran informou que a exigência legal já deve ser aplicada pelos Detrans estaduais nos novos processos de habilitação.  De acordo com a Senatran, a medida busca aumentar a segurança no trânsito e garantir o cumprimento das novas regras previstas no Código de Trânsito Brasileiro.   Como é feito o exame   O exame toxicológico é feito a partir da coleta de cabelo, pelo ou unha em laboratório ou posto credenciado pela Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito). O teste tem “janela larga” de detecção, ou seja, busca identificar o consumo de substâncias psicoativas em período anterior à coleta, com análise mínima de 90 dias.  A coleta costuma ser simples e não invasiva. Em geral, o laboratório retira uma pequena amostra de cabelo. Quando isso não é possível, podem ser usados pelos do corpo ou unhas. Depois da análise, o resultado é lançado no sistema nacional de trânsito. Para quem está tirando a primeira habilitação, a permissão para dirigir só será emitida se houver resultado negativo válido no Renach (Registro Nacional de Condutores Habilitados).",
  "title": "Exame toxicológico já é obrigatório para tirar CNH de carro e moto em MS"
}