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  "publishedAt": "2026-05-18T13:13:00.000Z",
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  "textContent": "Dois investigados na Operação Buraco Sem Fim foram substituídos na função de fiscalização de contratos da Construtora Rial junto à Prefeitura de Campo Grande, empresa que também é alvo das apurações por suspeita de fraudes em obras de tapa-buraco e pavimentação na Capital. Atualmente, a empresa soma R$ 147.621.717,54 em contratos ativos referentes a licitações abertas a partir de 2022.  Edivaldo Aquino Pereira era coordenador do serviço de tapa-buracos, lotado na Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos); Mehdi Talayeh é engenheiro e atuava como servidor comissionado da secretaria. Os dois foram exonerados das funções na última semana, após terem sido presos na operação.  O Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) publicou as mudanças nesta segunda-feira (18), poucos dias após a prefeita Adriane Lopes anunciar uma auditoria em contratos e pagamentos ligados às empresas investigadas na operação do Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção), em conjunto com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado).  A função de fiscal principal, que era de Edivaldo Aquino, passa a ser exercida por Débora dos Santos Barbosa; também houve troca na fiscalização substituta. Sai Mehdi Talayeh e entra Tiago Luander Ferreira de Almeida. As resoluções foram assinadas pelo secretário-adjunto da Sisep, Paulo Eduardo Cançado Soares, com data retroativa a 13 de maio.  Os fiscais são responsáveis pelo acompanhamento, orientação e controle da execução dos contratos firmados pela Sisep, incluindo cartas-contrato, notas de empenho, autorizações de compra e ordens de serviço.  Os serviços são de manutenção de pavimento asfáltico, recomposição de capa asfáltica e recuperação estrutural em diferentes regiões de Campo Grande. Entre os contratos fiscalizados estão obras nas regiões urbanas do Bandeira, Anhanduizinho, Imbirussu e Segredo. Só o lote da região do Segredo soma R$ 23,6 milhões.  A Operação Buraco Sem Fim investiga suspeitas de direcionamento, superfaturamento e irregularidades em contratos de obras públicas. A Rial aparece entre as empresas citadas no esquema apurado pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul).  Após a operação, Adriane Lopes afirmou que determinou revisão dos contratos e auditoria interna nos processos ligados às empresas investigadas. Segundo a prefeita, a análise inclui medições, execução dos serviços e pagamentos realizados pela prefeitura.",
  "title": "Após anunciar pente-fino, prefeitura troca fiscais de empresa investigada"
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