{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreietgoxnp6evcvzvi3vqtf3wuw5kpnpfqgkep2h34dhlbp7rduxa5u",
"uri": "at://did:plc:xid3zrexgnaohygesh3xtdjm/app.bsky.feed.post/3mlyf3u7cfky2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreiexhuuhumrdiju263t4i4yvjlqaysiwhtwzsrjupm24lxduajeu5e"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 167491
},
"path": "/cidades/interior/ministro-classifica-acoes-policiais-em-areas-de-retomada-como-violacao-grave",
"publishedAt": "2026-05-16T16:05:00.000Z",
"site": "https://www.campograndenews.com.br",
"textContent": "Durante a assinatura do TED (Termo de Execução Descentralizada) com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), em Dourados, a 251 quilômetros de Campo Grande, neste sábado (16), o ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, afirmou que operações policiais em territórios indígenas sem autorização judicial representam uma “violação grave”. Segundo Eloy, o Ministério dos Povos Indígenas mantém diálogo desde 2023 com o Governo de Mato Grosso do Sul e com a Secretaria Estadual de Segurança Pública para a construção de protocolos de atuação das forças de segurança em territórios indígenas. Ao Campo Grande News, o ministro destacou que o ingresso de forças policiais em comunidades indígenas deve ocorrer apenas mediante autorização judicial e, preferencialmente, com participação de forças federais e acompanhamento da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas). No entanto, reconheceu que ainda existem dificuldades políticas para a consolidação de um protocolo conjunto entre o Estado e as comunidades indígenas. A declaração ocorre em meio a denúncias de lideranças indígenas sobre ações policiais em áreas de retomada Guarani e Kaiowá, que teriam resultado em episódios de violência e violações de direitos. O Ministério dos Povos Indígenas segue defendendo a construção de regras claras para atuação das forças de segurança, com foco na proteção dos direitos das comunidades e na prevenção de novos episódios de violência. Um dos casos mais recentes de confrontos foi registrado em abril deste ano na Fazenda Limoeiro em Amambai, a 351 km de Campo Grande. Na ocasião, foram divulgadas imagens pelo Cimi (Conselho Indigenista Missionário) que mostravam policiais chegando a uma área onde estavam indígenas Guarani e Kaiowá. Bombas de gás foram detonadas para obrigar o grupo a se afastar. (veja abaixo).",
"title": "Ministro classifica ações policiais em áreas de retomada como “violação grave\""
}