External Publication
Visit Post

Campo Grande tem o maior volume de chuva de MS na primeira quinzena de abril

Campo Grande News - Conteúdo de Verdade [Unofficial] April 17, 2026
Source
Campo Grande registrou o maior volume acumulado de chuva em Mato Grosso do Sul nos primeiros 15 dias de abril de 2026, com 163,4 milímetros, conforme levantamento do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima). O índice foi medido no pluviômetro automático da Vila Santa Luzia e representa 83% do volume esperado para todo o mês. Mesmo com o destaque da Capital, a maior parte dos municípios do Estado registrou volumes de chuva abaixo da média histórica para abril. Na análise por regiões, os maiores acumulados, entre 60 e 90 mm, foram observados em áreas do centro e leste do Estado. Já regiões como o Pantanal, além de porções do sudeste, leste e nordeste, tiveram baixos volumes, variando entre 0 e 30 mm no período. Em Campo Grande, os dados mostram variação entre os pontos de medição. Além dos 163,4 mm registrados na Vila Santa Luzia, outras estações apontaram volumes como 149,2 mm na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e 118,6 mm no Córrego Anhanduizinho. Por outro lado, medições como a da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Aparecida Gonçalves Saraiva, com 77 mm, e da estação do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), com 67,8 mm, ficaram abaixo da média histórica mensal, que é de 89,4 mm. Apesar do acumulado elevado na Capital, o cenário geral em Mato Grosso do Sul indica irregularidade na distribuição das chuvas. Municípios como Bandeirantes (159,4 mm), São Gabriel do Oeste (140,2 mm) e Sonora (105,2 mm) também registraram volumes expressivos, enquanto outras cidades apresentaram índices significativamente inferiores ao esperado para o mês. A média histórica utilizada como base de comparação considera dados climatológicos do Inmet referentes ao período entre 1981 e 2010. O Cemtec ressalta que o comparativo leva em conta o acumulado de apenas metade do mês frente à média mensal completa, o que ajuda a explicar parte das variações observadas. Os dados consideram informações de satélite do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), estações meteorológicas do Inmet e da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), além de pluviômetros automáticos do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) e da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico).

Discussion in the ATmosphere

Loading comments...