{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreiexymolmf7pigbghamzmny3xiqxqnblwj335ir4plm7c4wuprsfuu",
    "uri": "at://did:plc:xid3zrexgnaohygesh3xtdjm/app.bsky.feed.post/3mjinjni5bt22"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreicivgisqciitrfz7twfftxs4cotvhp7cad4jop7zfj4rrlw75hvra"
    },
    "mimeType": "image/gif",
    "size": 2952641
  },
  "path": "/cidades/capital/procon-abre-investigacao-apos-17-queixas-sobre-show-do-guns-em-campo-grande",
  "publishedAt": "2026-04-14T23:40:00.000Z",
  "site": "https://www.campograndenews.com.br",
  "textContent": "O Procon Mato Grosso do Sul abriu investigação após receber reclamações de consumidores que não conseguiram chegar a tempo ou perderam a maior parte do show da banda Guns N’ Roses realizado na última quinta-feira, em Campo Grande.  Ao todo, 17 pessoas formalizaram queixas. Destas, 76,5% afirmaram ter tentado resolver o problema diretamente com a empresa responsável antes de procurar o órgão, mas sem resposta satisfatória. O número de reclamações é pequeno diante da quantidade de pessoas que não conseguiram ver a banda, estimada em cerca de 5 mil pessoas.  A partir das denúncias, o Procon instaurou procedimento preliminar para apurar a responsabilidade da empresa promotora. A organização foi notificada e terá prazo de 20 dias para apresentar esclarecimentos.  Com a resposta, o órgão poderá adotar medidas administrativas, caso sejam constatadas irregularidades na prestação do serviço.  A apuração ocorre após um cenário de caos no acesso ao Autódromo de Campo Grande, onde o show foi realizado. Motoristas enfrentaram até sete horas de congestionamento na BR-262, em um trecho que chegou a registrar cerca de 14 quilômetros de fila. Trancados na rodovia, muitos fãs que estavam em carros e ônibus fretados resolveram seguir a pé.  Motoristas questionaram a ausência de uma terceira faixa para escoamento do tráfego, falta de fiscalização e de agentes para ordenar o trânsito, e relataram que caminhões continuaram circulando, apesar de restrições previstas até as 22h do dia do evento.  A PRF (Polícia Rodoviária Federal) atribuiu o problema à organização do evento, apontando descumprimento do plano de mobilidade previamente estabelecido. Entre os pontos críticos estariam demora pelo uso de QR Code para acesso, a falta de informações claras sobre estacionamento e falhas na gestão do fluxo de veículos, o que teria provocado tumulto na entrada.  Já a empresa responsável pelo evento, a Santo Show, alegou que a rodovia não suportou o volume de público, estimado em 35 mil pessoas.",
  "title": "Procon abre investigação após 17 queixas sobre show do Guns em Campo Grande"
}