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"publishedAt": "2026-04-08T12:10:00.000Z",
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"textContent": "Com 34% dos leitores contrários à mudança do nome do Estádio Morenão, a enquete do Campo Grande News revela que a maioria ainda prefere preservar a tradição. Outros 28% dizem ser favoráveis desde que \"Morenão\" seja mantido, enquanto 20% apoiam a troca mesmo que o apelido ao estádio Pedro Pedrossian deixe de existir. Já 17% se declararam indiferentes ao tema. A discussão surge em meio à possibilidade de venda de naming rights, após a cessão do estádio pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ao Governo do Estado, que passou a poder explorar comercialmente o espaço. A medida abre caminho para investimentos privados e para a reforma do local, estimada em cerca de R$ 16 milhões, com reabertura completa prevista apenas para 2027. Nas redes sociais, os comentários refletem o mesmo cenário de divisão entre tradição e modernização. Estádios de São Paulo, por exemplo, já vivem uma realidade diferente, como o Allianz Parque (estádio do Palmeiras), Neo Química Arena (estádio do Corinthians) e Morumbis (São Paulo). Para o leitor Dinho Machado, a mudança é compreensível diante da necessidade de investimentos. Ele cita exemplos de estádios brasileiros que passaram por processos semelhantes e avalia que o nome não apaga a história do local, especialmente o legado do ex-governador Pedro Pedrossian, responsável pela construção do estádio. “Tirar o estádio do abandono seria a melhor forma de homenagear seu construtor”, opinou. Já Hélio de Souza Campos Filho discorda e defende a manutenção do nome como forma de preservar a identidade local. Para ele, o Morenão é parte da história do esporte no Estado e da própria “Cidade Morena”. “Não é justo. Pedro Pedrossian foi quem construiu e fez nosso Estado ser conhecido através do esporte. Então será sempre Morenão”, afirmou.",
"title": "34% dos leitores são contra mudar nome do Morenão por empresa comercial"
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