{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreiej2ayjh745rcogdymtue23kmjscy6w6jqtig2jd7764if2imqf34",
    "uri": "at://did:plc:xid3zrexgnaohygesh3xtdjm/app.bsky.feed.post/3miiapyzm65r2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreifnct3nczw37yrhntyv3pqssjc3pfvxil4cuqlfrgtxbuhq3d5v4u"
    },
    "mimeType": "image/png",
    "size": 779890
  },
  "path": "/saude-e-bem-estar/vigilancia-sanitaria-proibe-suplemento-com-moringa-apos-surto-de-salmonela",
  "publishedAt": "2026-04-02T03:04:00.000Z",
  "site": "https://www.campograndenews.com.br",
  "textContent": "A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso do suplemento “Rosabella Moringa Capsules” no Brasil. A decisão foi publicada nesta terça-feira (1º) após o produto ser associado a um surto internacional de salmonelose causado por bactéria resistente. A medida tem caráter preventivo e busca evitar a entrada e circulação dos lotes no país.  O suplemento é fabricado pela empresa Ambrosia Brands, nos Estados Unidos, a partir da planta moringa. Segundo a agência, além de esse tipo de produto já ser proibido no Brasil, o item específico está ligado a casos de contaminação por Salmonella resistente a antibióticos comuns e alternativos, conforme alerta da autoridade sanitária norte-americana.  A resolução lista dezenas de lotes que não podem ser comercializados ou utilizados, entre eles os de numeração que vão de 5020591 a 5100048. Apesar de a fabricante informar distribuição ao Brasil, a Anvisa afirma que não identificou importação oficial desses produtos para fins comerciais.  Mesmo assim, o órgão encontrou anúncios em plataformas de comércio eletrônico que oferecem o suplemento por meio de compra internacional. Nesse caso, a entrada pode ter ocorrido por pessoas físicas, para consumo próprio.  A salmonela é uma bactéria que provoca infecção gastrointestinal. Os sintomas aparecem entre 12 e 72 horas após a ingestão e incluem diarreia, febre e cólicas abdominais, com duração de quatro a sete dias. No caso investigado, a cepa identificada apresenta resistência a antibióticos, o que exige tratamento mais específico em quadros graves.  Crianças menores de cinco anos, idosos e pessoas com o sistema imunológico enfraquecido apresentam maior risco de complicações. Entre elas estão infecção arterial, endocardite e artrite.  A Anvisa reforça que produtos à base de moringa são proibidos no Brasil desde 2019 por falta de comprovação de segurança. Estudos não afastaram riscos como danos ao fígado e alterações no material genético, o que pode levar ao desenvolvimento de câncer.  A orientação é que consumidores não comprem nem utilizem produtos com moringa. Em caso de identificação de venda irregular, a denúncia pode ser feita às vigilâncias sanitárias locais ou aos canais de atendimento da agência.  A agência também alerta que suplementos alimentares não servem para tratar ou curar doenças. Esses produtos devem apenas complementar a alimentação e precisam conter ingredientes autorizados, sob risco de causar danos à saúde.",
  "title": "Vigilância Sanitária proíbe suplemento com moringa após surto de salmonela"
}