{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreifyxfkicu3odomf5oqp6rzxgltgla4xyf2fpsn6kesaz77qmovj6y",
    "uri": "at://did:plc:xid3zrexgnaohygesh3xtdjm/app.bsky.feed.post/3mi27dppdq3x2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreif3jthuszbnuk3c6c7jlg2ni7zzxcjtitakcqm3gjf7gkftpcd7ze"
    },
    "mimeType": "image/png",
    "size": 320075
  },
  "path": "/enquetes/para-91-escolas-nao-estao-preparadas-para-lidar-com-saude-mental",
  "publishedAt": "2026-03-27T12:22:00.000Z",
  "site": "https://www.campograndenews.com.br",
  "textContent": "A enquete do  Campo Grande News  apontou que, com 91% dos votos, a maioria afirma que as escolas não estão preparadas para lidar com a saúde mental dos estudantes. Apenas 8% acreditam em uma preparação parcial, enquanto só 1% considera que há estrutura suficiente.  A percepção do público encontra respaldo nos dados da PeNSE (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar), divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que revelam que em Mato Grosso do Sul 21% dos estudantes de 13 a 17 anos disseram já ter sentido que a vida não valia a pena. O levantamento também mostra que quase metade relatou preocupação constante com questões do dia a dia, enquanto mais de um quarto afirmou se sentir triste com frequência e cerca de 25% disseram sentir que ninguém se importava com eles na maior parte do tempo.  Os dados ainda apontam para um ambiente escolar marcado por conflitos, com registros de bullying, agressões físicas e humilhações, muitas vezes relacionadas à aparência. Em Campo Grande, por exemplo, a Capital aparece com destaque negativo em casos de humilhação ligados ao corpo, o que contribui para o agravamento do sofrimento emocional entre estudantes.  Entre as participações enviadas por leitoras no Facebook, os comentários reforçam essa percepção. “Se nem o sistema de saúde está preparado, por que as escolas estariam?”, questiona Hilda Maria França. Mônica Guimarães segue a mesma opinião e fala sobre o que está ao alcance dos profissionais. “Quem trabalha, trata saúde mental são médicos e psicólogos, professores já têm uma sobrecarga absurda de responsabilidade social, para que joguem mais esta sobre suas costas. O que podemos fazer é identificar e encaminhar”.",
  "title": "Para 91%, escolas não estão preparadas para lidar com saúde mental"
}