{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreidij2di264bxjfwoyjt4hea2gv262zsaeev7qjfcqdk3f3s5pvnkm",
"uri": "at://did:plc:xid3zrexgnaohygesh3xtdjm/app.bsky.feed.post/3mgpnvbrivp62"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreiaaf6ikjrxu25t6zt4xotrivof3wnfwx6lvphza3erm2l6ev254eq"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 187958
},
"path": "/cidades/capital/apos-1a-leva-agetran-instala-mais-radares-na-capital",
"publishedAt": "2026-03-10T14:10:00.000Z",
"site": "https://www.campograndenews.com.br",
"textContent": "Quem circula pela região central de Campo Grande já deve ter percebido que começam a ser instaladas novas estruturas para abrigar equipamentos eletrônicos para fiscalização das normas de trânsito. Na Avenida Afonso Pena, altura do cruzamento com a Espírito Santo, deve ser instalado radar para controle de velocidade e fiscalização do respeito ao semáforo, no sentido de quem vai rumo ao prolongamento. A via já tem equipamentos em vários outros trechos, como em frente ao Shopping Campo Grande e nos cruzamentos com a Rua Rui Barbosa e a Avenida Ernesto Geisel, além de radares de velocidade no final da via e na região do bairro Amambaí. Perto dali, em outro ponto com grande fluxo de veículos, na Rua Ceará, pouco antes da alça de acesso à Afonso Pena, sentido rumo ao Centro, também foi colocada a estrutura para receber um radar de fiscalização de velocidade. O trecho é de descida e é comum ver veículos em alta velocidade. Pouco antes do local, no cruzamento com a Rua Paraná, conversões à esquerda costumam provocar engavetamentos. Até a morte de um pedestre já foi registrada no local. Mais adiante, embaixo do viaduto, já há outro radar, com limite de 50 quilômetros por hora. A Agetran (Agência de Transporte e Trânsito) confirmou a expansão dos equipamentos na cidade após a primeira leva, mas não detalhou quantos serão instalados e nem os novos locais. A reportagem também tentou apurar quantos equipamentos estão operando na cidade. Segundo o órgão municipal, a decisão de escolha dos novos pontos é feita por estudos técnicos, com análise da segurança viária, fluxo de veículos e histórico de ocorrências de trânsito. A instalação dos novos equipamentos começou em outubro de 2025, após a conclusão da licitação. O contrato anterior já tinha se encerrado, mas a execução acabou se prolongando ao longo do tempo. Inclusive, as multas chegaram a ser questionadas na Justiça, que concedeu liminar — decisão depois reformada em grau de recurso. O mérito do assunto ainda não foi julgado. A contratação anterior foi encerrada em 31 de agosto e, logo após, o novo contrato foi firmado com o grupo que venceu a licitação, oferecendo o valor de R$ 47,9 milhões para instalação, monitoramento e manutenção dos equipamentos registradores de infrações, incluindo o fornecimento de plataforma de gestão de dados, central de monitoramento, sistema de análise e inteligência de imagens veiculares e sistema de processamento de imagens e de infrações de trânsito. No final de janeiro foram publicados suplementos no Diário Oficial da Prefeitura com as multas lançadas ao longo dos dois primeiros meses de operação, totalizando 7,8 mil infrações e uma estimativa de R$ 1,4 milhão em cobranças, conforme levantamento feito a partir das publicações. Após fases iniciais de caráter educativo e de aviso, os equipamentos passaram a registrar infrações com aplicação efetiva de penalidades. A principal infração registrada foi a de transitar em velocidade superior à máxima permitida em até 20%, prevista no artigo 218, inciso I, do CTB (Código de Trânsito Brasileiro), uma infração média, com multa de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Além da velocidade, os dados mostraram volume significativo de infrações por avanço de sinal vermelho, enquadradas no artigo 208 do CTB, com 2,6 mil flagrantes feitos pelos equipamentos. O consórcio responsável pelos serviços é o CG Segura, composto pelas empresas Serget Mobilidade Viária Ltda, Mobilis Tecnologia S/A, Meng Engenharia Comércio e Indústria Ltda e Energy Tecnologia de Automação S/A. A Serget atuou no consórcio anterior, o Cidade Morena, que era liderado pela Perkons S.A. e administrou os radares da Capital desde 2018.",
"title": "Após 1ª leva, Agetran instala mais radares na Capital"
}