{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreifzitexchu4uxsw462t7iu246hnqswb2tt3wfakntolpgjdx72zoa",
"uri": "at://did:plc:xid3zrexgnaohygesh3xtdjm/app.bsky.feed.post/3mfmagq2dsbc2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreihns3ifjjzrogzu5v427qrk4md7nquevryztqrtz5kdcp4vh2yha4"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 130710
},
"path": "/enquetes/para-88-renda-de-r-3-6-mil-nao-garante-vida-confortavel-em-ms",
"publishedAt": "2026-02-24T12:06:00.000Z",
"site": "https://www.campograndenews.com.br",
"textContent": "Para 88% dos leitores, o rendimento médio de R$ 3.693 em Mato Grosso do Sul não é suficiente para manter um padrão de vida confortável. Apenas 12% avaliam que o valor cobre as despesas básicas, segundo enquete do Campo Grande News . O debate ganhou força após a divulgação dos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), por meio da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), que apontou rendimento médio real habitual de R$ 3.693 no quarto trimestre de 2025 no Estado. O levantamento indica estabilidade em relação ao trimestre anterior e também na comparação anual — ou seja, sem ganho real expressivo acima da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Apesar da taxa de desocupação ter atingido 2,4%, uma das menores do país, a percepção dos leitores é de que o valor não garante conforto. Nas redes sociais, os comentários reforçam essa avaliação. “Nunca, cada dia tudo mais caro, aumenta um pouquinho o salário e as coisas sobem o dobro, aonde vamos parar, que Deus nos abençoe”, escreveu Ana Cleide Almeida De Castro. “Com o aluguel cada vez mais caro em CG, viver aqui está sendo uma sobrevivência”, comentou Louis Martines. Já a leitora Ediléia Almeira, acredita que o valor é melhor que muitos. “Quem ganha 3.600 está ótimo e quem não ganha isso? A verdade que o brasileiro só está trabalhando pra pagar as contas e comprar comida e comida cara só isso”, afirmou. Os dados também evidenciam desigualdades. Homens recebem, em média, R$ 4.094, enquanto mulheres ganham R$ 3.175. No recorte por cor ou raça, pessoas brancas têm rendimento médio de R$ 4.499, ante R$ 3.126 de pessoas pardas. A escolaridade amplia ainda mais a diferença: quem tem ensino médio completo recebe cerca de R$ 2.966; com ensino superior completo, a média sobe para R$ 5.960. O resultado da enquete mostra que, mesmo com renda considerada estável nas estatísticas, o custo de vida continua sendo o principal obstáculo para que as famílias alcancem maior tranquilidade financeira.",
"title": "Para 88%, renda de R$ 3,6 mil não garante vida confortável em MS"
}