{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreidtf6zmaeln64yk6ngrc5mxlvjaaqq3ds4mxicmvvexqactvjins4",
"uri": "at://did:plc:vsctb4wfj3vrjth7evwvyzcv/app.bsky.feed.post/3ml66mobrtuk2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreicfzp5hppjgkfabhlzj2itqte7v3gfq4shxvbtnyfgi6dgydwbgee"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 1800923
},
"path": "/podcast/noticia/2026/05/05/podcast-empregos-verdes-como-se-preparar-para-trabalhar-na-economia-verde-ouca-de-quem-esta-ha-anos-na-area.ghtml",
"publishedAt": "2026-05-05T10:00:45.000Z",
"site": "https://umsoplaneta.globo.com",
"tags": [
"umsoplaneta"
],
"textContent": "\nA transição para uma economia de baixo carbono está criando novas oportunidades profissionais em diferentes setores — da indústria às finanças, passando por energia, agricultura e infraestrutura urbana. Mas, diante da rápida expansão do tema, surge uma dúvida cada vez mais comum entre estudantes e profissionais em transição de carreira: como se preparar para trabalhar na economia verde? Esse é o tema deste segundo episódio do podcast Empregos Verdes, que discute quais formações, certificações e competências realmente fazem diferença para quem quer entrar ou migrar para áreas ligadas à sustentabilidade. O episódio também está disponível na nossa página no Spotify. Nos últimos anos, a oferta de cursos, MBAs e certificações na área cresceu rapidamente. Ao mesmo tempo, surgiram novos padrões de reporte e gestão ambiental, como o GHG Protocol, voltado à mensuração de emissões de gases de efeito estufa, e frameworks internacionais de sustentabilidade corporativa como ISSB, SASB e TCFD. Diante desse cenário, o desafio para quem busca se posicionar no mercado é separar o que gera empregabilidade real do que apenas ajuda a inflar o currículo. Saiba mais Com a expansão de regulações ambientais, novas exigências de investidores e o avanço da agenda climática nas empresas, a tendência é que a demanda por profissionais qualificados em sustentabilidade continue crescendo nos próximos anos. Nesse contexto, a construção de carreira na economia verde depende menos de um único diploma e mais da combinação entre formação sólida, atualização constante e capacidade de aplicar conhecimentos ambientais a desafios reais do mundo corporativo. Certificações e cursos de curta duração podem ajudar a desenvolver essas competências, especialmente quando estão ligados a ferramentas amplamente utilizadas por empresas, como inventários de emissões, métricas ESG e padrões internacionais de reporte. Segundo os especialistas, não existe um único caminho para construir uma carreira na economia verde. Profissionais com formação em engenharia, administração, economia, direito, comunicação ou ciências ambientais têm encontrado espaço em áreas relacionadas à agenda climática e à sustentabilidade corporativa. No entanto, cresce a importância de combinar formação técnica com conhecimentos específicos sobre temas como gestão de carbono, análise de riscos climáticos, regulação ambiental e finanças sustentáveis. Já entre as competências mais valorizadas estão conhecimentos ligados à gestão de emissões de carbono, análise de riscos climáticos, métricas ESG, sustentabilidade corporativa e governança ambiental. Ao mesmo tempo, os especialistas destacam que habilidades comportamentais continuam sendo fundamentais. Capacidade de trabalhar de forma interdisciplinar, traduzir temas técnicos para áreas de negócio e conectar sustentabilidade à estratégia empresarial estão entre as competências cada vez mais demandadas pelas organizações. 5 habilidades que ajudam a entrar na economia verde Gestão de emissões de carbono - Conhecimento em inventários de gases de efeito estufa e metodologias como o GHG Protocol, cada vez mais utilizadas por empresas. Análise de riscos climáticos - Capacidade de avaliar como eventos climáticos e políticas ambientais podem impactar negócios e cadeias produtivas. Métricas e relatórios ESG - Familiaridade com frameworks e padrões internacionais de reporte de sustentabilidade. Visão interdisciplinar - Habilidade para integrar conhecimentos técnicos, financeiros e regulatórios na tomada de decisão. Capacidade de traduzir sustentabilidade em estratégia de negócio - Competência cada vez mais valorizada por empresas que precisam conectar metas ambientais a resultados econômicos. Conheça os convidados A editora de Um Só Planeta Naiara Bertão conversa neste episódio com dois profissionais que construíram carreiras ligadas à sustentabilidade a partir de trajetórias diversas: Daniela Mignani é diretora executiva de gestão corporativa do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), organização que reúne grandes empresas em torno da agenda de desenvolvimento sustentável. Formada em comunicação, com pós-graduação em marketing e MBA em administração, Mignani acumulou mais de duas décadas de experiência em posições executivas antes de migrar para a agenda de sustentabilidade. Após cerca de 20 anos no Grupo Globo, onde atuou como executiva C-level, ela passou a trabalhar diretamente com estratégias empresariais relacionadas ao desenvolvimento sustentável. Filipe Alvarez é head de Sustentabilidade, Governança e Disciplina de Gestão na Azul Linhas Aéreas. Com mais de 18 anos de experiência na área, ele lidera a agenda estratégica de ESG da companhia, conectando temas como transição energética, mercado de carbono e gestão de riscos climáticos ao desempenho financeiro da empresa. Além da atuação corporativa, Alvarez também leciona em programas de MBA e pós-graduação nas áreas de ESG, finanças sustentáveis e avaliação de impactos socioambientais, além de atuar como mentor de executivos e jovens profissionais interessados em construir carreira na área. Mais Lidas",
"title": "Podcast Empregos Verdes: Como se preparar para trabalhar na economia verde? Ouça de quem está há anos na área"
}