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  "textContent": "\nA Hora do Planeta 2026 acontece neste sábado (28), às 20h30 (horário de Brasília), e busca reunir milhões de pessoas em mais de 180 países. A proposta segue aparentemente simples, que é apagar as luzes por uma hora, mas está situadada dentro de um contexto mais complexo. Duas décadas após sua criação, a campanha ocorre sob múltiplos sinais científicos de pressão sobre os sistemas naturais do planeta. O Relatório Planeta Vivo 2024 indica que as populações de espécies selvagens continuam em queda acelerada, ecossistemas como a Amazônia, os recifes de coral e as calotas polares se aproximam de danos irreversíveis. “Durante 20 anos, a Hora do Planeta tem sido uma oportunidade para comunidades ao redor do mundo se unirem e se reconectarem com o nosso planeta. A mensagem nunca foi tão relevante”, afirma a especialista em mudanças climáticas do WWF-Brasil, Flávia Martinelli. “As mudanças climáticas e a perda da natureza ameaçam nossa sobrevivência, mas ainda não ultrapassamos o ponto de não retorno”, destaca ainda a WWF. Initial plugin text Muito além... Em diferentes países, a ação já registrou quedas pontuais no consumo de energia durante a hora do evento, com reduções de alguns pontos percentuais, o que representa milhares de megawatts poupados momentaneamente. Mas o principal efeito acontece fora da rede elétrica. Como de praxe, a edição de 2026 tenta ir além do gesto simbólico. O movimento incentiva a reflexão. A ideia é que esse tempo seja usado de forma livre, para rever hábitos, reconectar-se com a natureza ou simplesmente parar para refletir sobre a crise ambiental. Na página do WWF-Brasil na internet é possível ver algumas sugestões de como se mobilizar, como, por exemplo, promovendo um mutirão de reciclagem, criando uma horta comunitária ou um mapa dos produtores locais da sua região. Saiba mais Velas em forma o panda, símbolo do WWF, durante a Hora do Planeta em Málaga, na Espanha: cidades ao redor do mundo apagam as luzes para chamar atenção à crise climática e à urgência de ação coletiva. SOPA Images/Getty Images Origem A primeira edição da Hora do Planeta foi realizada em 2007, em Sydney, com a adesão de 2,2 milhões de pessoas e mais de 2 mil empresas. Desde então, o movimento ganhou repercussão mundial e passou a influenciar campanhas, políticas públicas e iniciativas de conservação em diferentes países. Em 2012, por exemplo, uma mobilização na Argentina ajudou a viabilizar a criação de uma área marinha protegida de 3,4 milhões de hectares, a maior do país. Dois anos depois, a campanha foi usada para impulsionar uma petição que contribuiu para a proibição de sacolas plásticas e embalagens de poliestireno nas Ilhas Galápagos. Em 2018, a iniciativa teve papel na mobilização que levou à designação de 5 milhões de km² de território marinho como área protegida na Polinésia Francesa. Mais recentemente, em 2024, a campanha também esteve associada à arrecadação de recursos para o Programa de Proteção Fluvial do WWF no Camboja, voltado à preservação dos habitats de golfinhos no rio Mekong. Mais Lidas",
  "title": "Hora do Planeta: ato global que apaga as luzes pela Terra acontece neste sábado às 20h30"
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