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  "publishedAt": "2026-03-22T12:32:19.000Z",
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  "textContent": "\nA expansão acelerada da inteligência artificial tem sido frequentemente associada ao aumento do consumo energético e ao agravamento da crise climática. No entanto, um novo estudo internacional sugere que essa relação pode ser menos alarmante do que muitos imaginam — e, em alguns casos, até positiva. Esse estudo, publicado na revista Environmental Research Letters e conduzido por cientistas da Universidade de Waterloo e do Instituto de Tecnologia da Geórgia, analisou dados de toda a economia dos Estados Unidos e estimativas de quão amplamente a IA está sendo usada em diferentes setores. A descoberta foi que o consumo de eletricidade relacionado à tecnologia no país comandado por Donald Trump é comparável ao consumo total de energia da Islândia. Mesmo assim, esse aumento é pequeno demais para afetar significativamente as emissões de gases de efeito estufa em nível nacional ou global. \"É importante notar que o aumento no consumo de energia não será uniforme. Ele será mais sentido nos locais onde a eletricidade é produzida para alimentar os data centers\", disse Juan Moreno-Cruz, professor da Faculdade de Meio Ambiente da Universidade de Waterloo e titular da Cátedra de Pesquisa do Canadá em Transições Energéticas, em comunicado. Ele continuou: \"Se analisarmos essa energia sob uma perspectiva local, isso representa um grande impacto, pois alguns lugares podem registrar o dobro na produção de eletricidade e nas emissões. Mas, em uma escala maior, o consumo de energia da IA ​​não será perceptível\". Ainda segundo Moreno-Cruz, os efeitos sobre o clima não são tão significativos, e a inteligência artificial, à medida que continua a se expandir, pode ser usada para desenvolver tecnologias verdes ou para aprimorar as já existentes. Os pesquisadores agora planejam expandir sua análise para outros países a fim de compreender melhor como a adoção da IA ​​pode influenciar o uso de energia e as emissões em todo o mundo.",
  "title": "Consumo de energia pela IA não é  suficiente para agravar as emissões globais, mostra estudo"
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