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  "publishedAt": "2026-07-01T20:00:00.000Z",
  "site": "https://www.tecmundo.com.br",
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    "The BRIEF",
    "Mark Zuckerberg",
    "batalhas judiciais",
    "foram proibidas de monetizar no Brasil",
    "plataforma batizada internamente de “Arena”",
    "prisão de um funcionário do Google"
  ],
  "textContent": "A Meta chegou a considerar a compra da plataforma Kalshi **antes de investir no desenvolvimento de um aplicativo de mercado de previsão próprio** que, a princípio, funcionará de maneira independente das redes sociais da empresa. Detalhes sobre o negócio que não avançou foram revelados pela _National Public Radio_ (_NPR_) na terça-feira (30).\n\nDe acordo com a reportagem, o CEO da dona do Facebook, Mark Zuckerberg, reuniu-se no ano passado com o chefe da Kalshi, Tarek Mansour, tentando adquirir a empresa atualmente avaliada em US$ 22 bilhões, o equivalente a R$ 114,3 bilhões pela cotação do dia. **Procuradas, as duas companhias evitaram comentar a notícia**.\n\n## Por que o negócio não avançou?\n\nApesar do encontro entre os dois executivos e do forte interesse da gigante da tecnologia em adquirir a plataforma que estava em alta na época e seguiu crescendo, a venda da Kalshi para a Meta não aconteceu. Os motivos por trás da falta de acordo não estão totalmente claros.\n\n  * Parte das fontes ouvidas pela publicação afirmaram que **Mansour não pretendia seguir com a venda** e por isso não houve mais negociação;\n  * No entanto, outros entrevistados disseram que a decisão de não avançar nas discussões teria sido tomada por Zuckerberg;\n  * Os **rumores indicam que a big tech considerou as questões legais e éticas envolvendo a plataforma de mercado de previsão “complexas”** , freando o negócio;\n  * Supervisionada por reguladores de commodities dos Estados Unidos, a Kalshi tinha valor de mercado bem menor no momento do interesse da Meta, sendo avaliada em US$ 2 bilhões (R$ 10,3 bilhões).\n\nMark Zuckerberg ainda não desistiu do mercado de previsão. (Imagem: Chris Graythen/Getty Images)\n\nO crescimento desse tipo de aplicativo tem sido acompanhado de batalhas judiciais entre autoridades estaduais nos EUA e empresas responsáveis pela operação. Nos processos judiciais, as plataformas são **tratadas como serviços de jogos de azar que atuam usando nomenclatura diferente**.\n\nMesmo com as acusações de uso de informações privilegiadas para lucrar irregularmente que resultaram em ações recentes, o presidente Donald Trump se mostrou favorável às empresas. Vale lembrar que essas plataformas foram proibidas de monetizar no Brasil com apostas esportivas e de outros tipos de eventos.\n\n## App Arena a caminho\n\nSe o acordo com a Kalshi não avançou, a Meta pode lançar seu app de mercado de previsão em breve. No mês passado, o _The New York Times_ revelou que a big tech trabalha em uma plataforma batizada internamente de “Arena”.\n\nCom funcionamento semelhante à Kalshi e à Polymarket, outra gigante do setor, o novo app da Meta **não aceitará apostas envolvendo dinheiro real** , inicialmente, optando por um sistema de pontos. Ainda não se sabe quando a novidade será lançada.\n\nSiga no TecMundo e confira o que motivou a prisão de um funcionário do Google que faturou mais de US$ 1,2 milhão (R$ 6,2 milhões) em apostas na Polymarket.",
  "title": "Meta cogitou comprar Kalshi antes de desenvolver app de mercado de previsão"
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