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"path": "/mercado/414236-google-nega-pedido-da-meta-para-ampliar-acesso-a-modelos-de-ia.htm",
"publishedAt": "2026-06-29T22:00:00.000Z",
"site": "https://www.tecmundo.com.br",
"tags": [
"The BRIEF",
"programação e desenvolvimento de software",
"gargalos de processamento",
"receita do Google Cloud",
"nesta matéria"
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"textContent": "Sofrendo com a falta de capacidade computacional, a Meta teve um pedido de ampliação de acesso aos modelos de IA Gemini negado pelo Google, que **alegou não ser possível atender à demanda solicitada**. O impasse entre as duas empresas teria acontecido em março, como noticiou o _Financial Times_ no domingo (28).\n\nEmbora seja concorrente direta da gigante das buscas, a dona do Facebook depende de tecnologia fornecida pela rival em uma série de processos internos. Conforme a publicação, ela usa o Gemini para atividades como programação e desenvolvimento de software, suporte a chatbots usados pela equipe, atendimento a clientes e automação de processos de segurança, entre outras.\n\n## Projetos afetados e adaptações no trabalho\n\nCom o Google limitando o acesso da Meta aos modelos Gemini, vários projetos da empresa envolvendo inteligência artificial (IA) **acabaram sofrendo atrasos nos últimos meses** , segundo a reportagem. Dessa forma, adaptações foram necessárias para evitar problemas maiores.\n\n * Funcionários teriam sido orientados a **reduzir o consumo de tokens** , unidades que medem o processamento realizado pelos modelos de IA;\n * A ideia é **tornar a utilização da tecnologia mais eficiente** , devido à restrição, ao mesmo tempo em que reduz-se a dependência dos recursos fornecidos pelo Google;\n * Diversos outros clientes da companhia de Mountain View também teriam sido afetados pelas limitações, mas em menor escala;\n * Google e Meta foram procurados pela _Reuters_ , mas **não responderam aos pedidos para comentar a negativa de ampliação do poder de processamento fornecido**.\n\nCom acesso restrito aos modelos do Google, funcionários da Meta precisaram fazer adaptações no trabalho. (Imagem: Sitthiphong/Getty Images)\n\nA dependência cada vez maior de poder computacional para garantir recursos avançados de IA vem causando gargalos de processamento. Mesmo com investimentos bilionários em data centers e chips, a infraestrutura disponível atualmente **ainda não consegue suprir toda a demanda**.\n\nEssas limitações de capacidade computacional afetaram a receita do Google Cloud, que registrou US$ 20 bilhões no primeiro trimestre de 2026, o equivalente a R$ 103 bilhões pela cotação do dia. Segundo o CEO da companhia, Sundar Pichai, a quantia teria sido maior se o serviço conseguisse atender a toda a demanda existente.\n\nDe olho no setor, a Qualcomm lançou o Dragonfly, seu primeiro processador 100% voltado para data centers de IA. Conheça as características do chip nesta matéria.",
"title": "Google nega pedido da Meta para ampliar acesso a modelos de IA"
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