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"publishedAt": "2026-05-01T23:56:03.000Z",
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"textContent": "Geralmente, dizem que a primeira impressão é a que fica. Independentemente de onde você vem ou o que faz da vida, é sempre bom fazer com que as pessoas tenham uma boa visão de você, sendo algo crucial dependendo da área. Parece que a S-Game, desenvolvedora chinesa de Phantom Blade Zero, levou esse lema bem a sério.\n\nCom uma hora de gameplay disponível na Gamescom Latam 2026, o game consegue provar para o público – que tem aguardado ansiosamente para jogar em filas enormes – as altas chances de ser um dos melhores lançamentos de 2026. Uma hora de gameplay depois, ficou difícil largar o controle.\n\n## Precisamos falar do estande\n\nAntes mesmo de falar do jogo em si, queria comentar rapidamente sobre o espaço que a S-Game montou no evento, pois ele merece atenção própria. Com o tema “Kung Fu Punk: Proximidade do Distante”, o estande é dividido em três partes: uma área para fotos em frente a um sino cenográfico, a zona de gameplay com uma hora de demo, e uma exposição com itens do universo do jogo.\n\n> Ver essa foto no Instagram \n>\n> Um post compartilhado por TecMundo (@tecmundo)\n\n\nÉ, de longe, um dos estandes mais bonitos da feira. Dá pra perceber o carinho que a S-Game está colocando não só no jogo, mas em tudo que envolve ele. Cada visitante que passa pelo estande sai com um manual físico detalhado, explicando vilões, armas, controles e a lore da demo, bem produzido e com visual de colecionador. Parece bobo, mas é detalhe que não só mostra que a equipe está animada com o que está construindo, mas também lembra os bons tempos de E3.\n\n## Combate brutal, preciso e belo\n\nEmbora pareça, Phantom Blade Zero não é um soulslike, mas se posiciona em algum lugar entre um e o hack and slash. É quase como se Black Myth: Wukong, God of War e Sekiro se juntassem num só – e essa mistura funciona melhor do que parece. O jogo tem aquela exigência de leitura de inimigos e timing de parry típica dos soulslikes, mas com uma fluidez e violência nos ataques digna dos melhores hack and slashes do gênero.\n\nUm dos melhores estandes em anos de eventos de jogos. Imagem: Derek Keller\n\nPara quem tem medo de games punitivos demais, o jogo oferece três níveis de dificuldade, então a experiência não é exclusiva para jogadores hardcore. É possível aproveitar a narrativa e o design sem sofrer muito, mas para quem quiser o desafio completo será recompensado no final de cada luta.\n\nO jogador além de carregar duas armas primárias (na demo, usei duas Sanguines e uma Sanguine Longa), ainda pode carregar mais duas com um ataque mais forte, chamadas Armas das Sombras, que consomem poder do jogador. Também é possível performar combos, sendo os mais fortes os que utilizam mais Sha-Chi, um tipo de barra de stamina dentro do game.\n\n## Se esses chefes são os da demonstração…\n\nImagina os da versão final. A demo disponível na Gamescom Latam apresentava quatro batalhas de chefe, e cada uma tinha sua própria identidade. O primeiro é Wan Jun, um oponente corpulento armado com uma marreta enorme, o tipo de luta que serve bem como introdução ao sistema de combate, ensinando o peso de cada troca de golpe, tanto do jogador quanto do chefe.\n\nDepois vem a Espadachim Escarlate, num duelo em cima de um telhado de uma torre que, pessoalmente, foi minha luta favorita. O cenário e o ritmo da luta caíram bem com o design da personagem, que mais parecia dançar enquanto te socava sem dó, lembrando uma cena de filme de artes marciais do começo dos anos 2000.\n\n\nWan Jun e sua poderosa marreta. Imagem: S-Game\n\nEm seguida, enfrentei os Sete Discípulos do Mestre Ancião, a última batalha da demo, com mais inimigos em cena e exigindo atenção constante e bom uso do espaço. Após vencê-los, o próprio Mestre Ancião aparece: um chefe controlado pelas almas dos seus discípulos como uma grande marionete. O design, além de criativo, é bem desafiador (uma pena que durante a batalha, acabou o meu tempo de jogar).\n\n##\nUma grata surpresa\n\nCom uma hora de gameplay, Phantom Blade Zero se colocou entre as minhas maiores expectativas para o segundo semestre de 2026. O combate é satisfatório, cada chefe têm personalidade, a acessibilidade nos níveis de dificuldade amplia o público e a apresentação geral do jogo – dentro e fora da tela – demonstra um nível de ambição que merece reconhecimento. O mercado chinês de games não parece estar para brincadeira, e estou bem ansioso para o que mais ele pode nos proporcionar futuramente.\n\nPhantom Blade Zero será lançado no dia 8 de setembro de 2026 para PlayStation 5 e PC.",
"title": "Phantom Blade Zero na Gamescom Latam: uma das melhores surpresas da feira (em tudo)"
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