{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreid3ds7c572idqsdgw6jtybdklvirxe4zfznw2ykupqzwapfggkf4m",
    "uri": "at://did:plc:ulfbtqn2ybcgbzf27z75qrvu/app.bsky.feed.post/3mgbeurx7t222"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreieoeexypom6vta5txzjcbktnemp5uzv5zhchjofldcmmq7yogtzhi"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 157410
  },
  "path": "/seguranca/411324-apos-acordo-com-pentagono-openai-mira-negocios-com-a-otan.htm",
  "publishedAt": "2026-03-04T21:00:00.000Z",
  "site": "https://www.tecmundo.com.br",
  "tags": [
    "Segurança",
    "aliança militar",
    "CEO da OpenAI",
    "dados secretos",
    "imbróglio entre o órgão e a Anthropic",
    "atualizar os termos do acordo com o governo",
    "Instagram",
    "Facebook"
  ],
  "textContent": "Depois de fechar contrato com o Pentágono, a OpenAI agora mira acordo para **fornecer modelos de inteligência artificial aos sistemas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN)**. A negociação foi revelada pelo _The Wall Street Journal_ na terça-feira (03).\n\nConforme a publicação, as tecnologias de IA da desenvolvedora do ChatGPT serão implementadas em \"redes não classificadas\" da entidade, caso o acordo avance. Fundada em 1949, a aliança militar sediada na Bélgica conta atualmente com 32 países membros.\n\n## IA em redes não confidenciais da OTAN\n\nInicialmente, o CEO da OpenAI disse que a negociação envolvia a integração da tecnologia às \"redes classificadas\" da organização. A fala surgiu durante reunião da startup realizada recentemente.\n\n  * No entanto, um porta-voz da empresa esclareceu à reportagem que o contrato é para a implantação da IA em redes não confidenciais da OTAN;\n  * Esse tipo de sistema é utilizado para o compartilhamento de**informações que não têm níveis mais altos de exigência quanto à privacidade** ;\n  * Como não envolvem dados que comprometam a segurança nacional, tais redes servem para o tráfego de dados \"convencionais\";\n  * Trocas de informações relacionadas a serviços administrativos, mensagens cotidianas e dados que não são sinalizados como \"segredos de Estado\", mesmo que indisponíveis publicamente, circulam nesses sistemas.\n\nA princípio, Altman disse que a IA seria usada em redes confidenciais da OTAN, o que foi corrigido posteriormente. (Imagem: Andrew Harnik/Getty Images)\n\nPor outro lado, as redes confidenciais citadas por Altman contam com um nível de proteção muito mais elaborado. Nelas, passam dados secretos e informações sensíveis que, se vazadas, podem representar riscos para a segurança de um país.\n\nNão se sabe os valores envolvidos nem quando a tecnologia seria implementada, se o contrato for realmente firmado, pois não há muitas informações disponíveis. A OTAN não se pronunciou, até o momento.\n\n## Mudanças em acordo com o Pentágono\n\nFirmado na semana passada, o contrato entre OpenAI e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos ganhou força após o imbróglio entre o órgão e a Anthropic. A desenvolvedora do bot Claude se mostrou contrária ao uso da ferramenta na vigilância em massa e armas autônomas.\n\nEmbora tenha dito que não pretende acionar a IA para tais finalidades, o Pentágono desejava acesso irrestrito à ferramenta. Com o impasse, a Casa Branca determinou que a parceria com a Anthropic fosse interrompida.\n\nApós a repercussão do caso, a dona do ChatGPT decidiu atualizar os termos do acordo com o governo. Na segunda-feira (2), ela comunicou que suas tecnologias **não devem ser usadas para vigilância de pessoas nem em sistemas de agências de inteligência**.\n\nGostou do conteúdo? Siga no TecMundo e interaja com a gente no Instagram, Facebook e outras redes sociais.",
  "title": "Após acordo com Pentágono, OpenAI mira negócios com a OTAN"
}