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"publishedAt": "2026-03-02T15:10:00.000Z",
"site": "https://www.tecmundo.com.br",
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"Segurança",
"especulada como um ataque de negação de serviço (DDoS), se teve os sistemas trancados por um sequestro de dados",
"**incidente envolvendo a C &M Software**"
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"textContent": "A Fundação Getúlio Vargas é a nova suposta vítima do grupo Dragonforce, especializado em ataques de sequestro de dados. O anúncio feito no site oficial dos cibercriminosos na Dark Web relata **o suposto comprometimento de 1,52 TB em dados** , além de também incluir imagens de documentos como prova.\n\nComo é costumeiro em casos similares, **há um contador marcando dez dias para a liberação dos arquivos** após chantagem – prazo que também representa o período disponível para pagar o ‘resgate’ pelas informações.\n\nPublicado nesta segunda-feira (2),**o anúncio dá sequência ao recente histórico de incidentes cibernéticos na Fundação Getúlio Vargas**. Entre os dias 19 e 20 de fevereiro, a instituição de ensino que abriga mais três mil alunos teria sofrido um ataque aos seus sistemas, que provocou instabilidade nos dias seguintes. Na ocasião, **não foi esclarecida a causa do problema** , especulada como um ataque de negação de serviço (DDoS), se teve os sistemas trancados por um sequestro de dados.\n\nDocumento supostamente vazado da Fundação Getúlio Vargas, censurado pelo TecMundo. (Fonte: Adriano Camacho, TecMundo)\n\nEmbora o anúncio do grupo Dragonforce sugira uma explicação plausível para o incidente anterior, ainda não é possível confirmar a correlação direta entre os casos. **O TecMundo entrou em contato com a Fundação Getúlio Vargas, que não respondeu até a publicação deste texto**.\n\n## Quais dados teriam vazado da Fundação Getúlio Vargas?\n\nNa publicação do grupo Dragonforce, **há poucos detalhes sobre o que teria sido obtido no suposto comprometimento de dados**. Entre os documentos anexados, há o que parecem ser formulários de inscrição para estagiários, registros de eventos de pessoal e propostas de projetos variados.\n\nDocumento supostamente vazado da Fundação Getúlio Vargas, censurado pelo TecMundo. (Fonte: Adriano Camacho, TecMundo)\n\n\n\nNos detalhes de alguns dos anexos, é possível verificar a exposição dos seguintes dados pessoais:\n\n * Nomes completos;\n * Datas de nascimento;\n * Números de identificação nacional (RG) e identificação fiscal (CPF);\n * Endereços físicos;\n * Endereços de e-mail;\n * Números de telefone;\n * Detalhes da conta bancária;\n * Informações salariais dos funcionários e cargos;\n * Registros acadêmicos de estudantes e informações de bolsas de estudo;\n * Documentos administrativos internos e contratos legais.\n\n\n\nConhecido no Brasil pelo **incidente envolvendo a C &M Software**, intermediária do Pix, o grupo Dragonforce não divulgou os valores de resgate para o suposto sequestro de dados da Fundação Getúlio Vargas. **Até o momento desta publicação, a instituição também não emitiu uma nota de posicionamento oficial**.\n\n * _Reportagem em atualização…_\n\n",
"title": "FGV sofre vazamento de 1,52 TB em suposto ataque cibernético do grupo Dragonforce"
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