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  "publishedAt": "2026-06-01T18:42:12.000Z",
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  "textContent": "A Universidade Federal do Ceará (UFC) realiza, no próximo dia 8 de junho, a partir das 9h, no auditório da Reitoria (avenida da Universidade, 2853, Benfica), o evento oficial de **lançamento do projeto de extensão \"Arretadas em Rede - livres de misoginia\"**. A iniciativa marca o início de um amplo ciclo de ações formativas voltadas ao fortalecimento da liderança feminina, à promoção dos direitos das mulheres, à participação política e à segurança nos ambientes digitais.\n\n**Gratuita e aberto ao público** , o evento inaugural contará com **palestras da advogada e ativista Martír Silva e da professora e blogueira feminista Lola Aronovich**. Juntas, elas discutirão os desafios contemporâneos do combate à misoginia estrutural e a importância da articulação em rede para a defesa dos direitos fundamentais das mulheres.\n\nSob a coordenação das professoras Priscila Aquino, do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFC; Glícia Pontes, do curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda da UFC; e Elaene Rodrigues, do curso de Serviço Social da Universidade de Brasília (UnB), o projeto tem vigência até dezembro de 2026, estruturando um ecossistema contínuo de capacitação e suporte social. A iniciativa é uma parceria entre UFC, Fundação Cetrede, UnB e Ministério das Mulheres, a partir de recursos oriundos de uma emenda da deputada federal Luizianne Lins.\n\n**O PROJETO** - O projeto \"Arretadas em Rede - livres de misoginia\" contempla formações presenciais divididas em quatro módulos, abordando os seguintes temas: \"Feminismo e a violência política intersecional\", \"Misoginia digital intersecional\", \"Comunicação feminista\" e \"Autodefesa digital feminista\". Neste último caso, a ideia é capacitar as participantes para usarem ferramentas práticas de proteção contra ataques virtuais, discursos de ódio e vazamento de dados, aliando a segurança tecnológica ao exercício da cidadania ativa e ao fortalecimento de suas respectivas comunidades e atuações institucionais.\n\nO público-alvo prioritário é bem diverso, formado por lideranças comunitárias femininas, estudantes universitárias, servidoras da Secretaria da Administração Penitenciária, mulheres privadas de liberdade e assessoras parlamentares, além de ser aberto ao público geral. As atividades serão desenvolvidas em formatos híbridos, com uma estimativa de atendimento, neste primeiro momento, de 200 participantes na modalidade presencial/remota, com posterior disponibilização do curso para a comunidade.\n\n“O projeto visa formar essas mulheres para que elas consigam identificar os casos de ódio, combater e se articular, enquanto rede feminina de combate à misoginia, principalmente nas redes sociais. Por isso, a iniciativa é extremamente relevante para a nossa sociedade, ainda mais tendo em vista os casos de feminicídio e misoginia que temos acompanhado nas mídias”, disse a professora Priscila Aquino.\n\nMais informações sobre o projeto podem ser obtidas pelo e-mail arretadas_emrede@ufc.br.\n\nFonte:  _Glícia Pontes, professora do curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda da UFC - e-mail: glicia@ufc.br_",
  "title": "UFC lança projeto Arretadas em Rede para combater violência de gênero e promover letramento digital"
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