Elon Musk apoia filme com Armie Hammer acusado de incentivar discurso anti-imigração e disponibiliza longa no X
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June 30, 2026
Um filme alemão estrelado por Armie Hammer e dirigido por Uwe Boll, que supostamente teve sua classificação indicativa negada pela entidade alemã por "incitar violência contra imigrantes", agora será distribuído mundialmente e de forma gratuita após ganhar o apoio de Elon Musk. O bilionário disponibilizou o longa gratuitamente por 48 horas para seus mais de 240 milhões de seguidores, o que impulsionou a audiência da produção e contribuiu para que ela conquistasse distribuição mundial, apesar das críticas ao conteúdo considerado anti-imigração. Uwe Boll é conhecido por produções controversas. O filme conta a história de Sanders, um empresário americano que passa a perseguir criminosos por conta própria em um país europeu fictício após perder a confiança no sistema de Justiça. Segundo críticos e organizações que acompanham o caso, o filme retrata imigrantes como responsáveis pela violência e apresenta cenas de extrema brutalidade. A polêmica na Alemanha aconteceu após, segundo o próprio Boll, o órgão responsável pela classificação indicativa, o FSK (Freiwillige Selbstkontrolle der Filmwirtschaft), se recusar conceder certificação ao longa por entender que ele poderia incentivar violência contra imigrantes. Sem essa classificação, o filme não pôde ser promovido nem exibido comercialmente no país. O diretor afirma que a decisão representa "censura política" e diz ter recorrido, sem sucesso. Musk, então, decidiu divulgar o longa na própria rede social, o X. Além de publicar o filme na íntegra por tempo limitado, o empresário escreveu que "Citizen Vigilante 2 será ainda melhor", em referência à sequência já anunciada por Boll para 2027. Após a divulgação, a distribuidora Quiver Distribution ampliou a distribuição internacional da obra. O filme também marca uma nova tentativa de retorno de Armie Hammer ao cinema. O ator teve a carreira interrompida em 2021 após acusações de estupro e abuso sexual. Em 2023, o Ministério Público de Los Angeles decidiu não apresentar denúncias criminais por falta de provas suficientes. Hammer sempre negou ter cometido crimes e afirmou que todas as relações foram consensuais. Mais Lidas
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