{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreicwozwgvprkwcwng7llqhypcdoiudueovskzs762pu6xbraj5beoe",
"uri": "at://did:plc:rfivzlyyatmquq6ya3pso5i5/app.bsky.feed.post/3mowdcvmtw4k2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreicp2vsdo6mrexmz4hy6p6xwzzyvyzau6m7oced562qwokmbmq5ti4"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 174784
},
"path": "/tecnologia/noticia/2026/06/ataques-de-phishing-dobraram-em-cinco-anos-mostra-levantamento.ghtml",
"publishedAt": "2026-06-22T18:00:08.000Z",
"site": "https://epocanegocios.globo.com",
"tags": [
"epocanegocios"
],
"textContent": "\nAs empresas brasileiras estão mais maduras quando o assunto é segurança da informação. Entre 2021 e 2026, a parcela de organizações com mais de cinco anos de investimentos contínuos em cibersegurança saltou de 14% para 67%. No mesmo período, o percentual de companhias que investem na área passou de 72% para 96%. Os dados são do Brazilian CyberSecurity Index, estudo da BugHunt que acompanhou durante cinco anos a evolução de 240 empresas brasileiras para mapear o nível de maturidade, os investimentos e as principais ameaças enfrentadas pelo setor corporativo. Apesar do avanço, um desafio continua crescendo: o phishing. Os ataques que utilizam mensagens falsas para enganar usuários e obter dados sensíveis atingiram 58% das empresas em 2026, mais que o dobro dos 28% registrados em 2021. Segundo o estudo, foi o único vetor de ataque a apresentar crescimento consistente durante toda a série histórica. Para ele, o avanço do phishing demonstra que a segurança não depende apenas de tecnologia, mas também de treinamento, processos e validação contínua. O levantamento aponta ainda uma mudança no perfil das ameaças enfrentadas pelas organizações. Enquanto malware e ransomware perderam relevância nos últimos anos, cresceram os problemas relacionados à identidade digital e à exposição de ambientes online. Em 2026, falhas de autenticação atingiram 31% das empresas, seguidas pela exploração de vulnerabilidades (23%) e pela indisponibilidade de sistemas (19%). Outro dado que chama atenção é a desaceleração dos investimentos. De acordo com a pesquisa, 39% das companhias não pretendem ampliar seus orçamentos de segurança em 2026. Outras 37% estimam aumentos de até 10%, enquanto apenas 24% planejam uma expansão mais significativa dos recursos destinados à área. Nesse contexto, a inteligência artificial desponta como a principal aposta tecnológica para os próximos anos. A tecnologia foi citada por 63% dos entrevistados como prioridade de adoção, à frente de automação e orquestração (51%), arquiteturas Zero Trust (49%), segurança em nuvem (40%) e proteção de aplicações (34%). \"O mercado amadureceu muito rápido impulsionado pela insistência dos ataques, e não necessariamente por sua maior sofisticação\", afirma Caio Telles, CEO da BugHunt. Mais Lidas",
"title": "Ataques de phishing dobraram em cinco anos, mostra levantamento"
}