'Dia D', novo filme de Steven Spielberg, estreia com bilheteria mundial de R$ 244 milhões
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June 14, 2026
O novo filme de ficção científica de Steven Spielberg, “Dia D”, arrecadou US$ 48,9 milhões (R$ 244,5 milhões) em sua estreia internacional nas bilheterias, em 73 países. O filme é estrelado por Emily Blunt e Josh O'Connor como uma meteorologista e um especialista em segurança cibernética que unem forças para expor o acobertamento do governo sobre vida extraterrestre. De acordo com a revista especializada Variety, o público internacional será fundamental para a longevidade de “Dia D” nos cinemas. A Universal investiu US$ 115 milhões na produção e US$ 80 milhões no marketing. Como cerca de metade da receita vai para os donos de cinemas, o filme precisa gerar aproximadamente US$ 300 milhões no mundo todo para justificar seu investimento. Além dos US$ 44 milhões arrecadados na América do Norte, “Dia D” já arrecadou US$ 92,9 milhões em três dias de exibição. As críticas são positivas, mas a reação do público tem sido mista, então a grande questão é como o filme se sairá nas telonas. Histórico de blockbusters Spielberg é um nome conhecido por sucessos de bilheteria como "Tubarão", "Jurassic Park" e "Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida", e seus filmes são conhecidos por terem uma longa trajetória nas bilheterias. Seu sucesso de bilheteria anterior, "Jogador Nº 1" (2018), por exemplo, estreou com US$ 41 milhões e terminou com US$ 137 milhões nos Estados Unidos e US$ 607 milhões mundialmente. O filme teve uma exibição notável em telas de grande formato premium, incluindo IMAX, que representaram US$ 6,5 milhões, ou 15% da bilheteria internacional. Os países onde o filme registrou as maiores bilheterias foram o Reino Unido e a Irlanda, com US$ 7,6 milhões, o México, com US$ 3,9 milhões, a China, com US$ 2,9 milhões, e a França, também com US$ 2,9 milhões. "Filmes de ficção científica e suspense têm bom desempenho no exterior, [então] o desempenho internacional deve ser bom", disse Spielberg. "Se há uma queda de desempenho no exterior", prevê David A. Gross, editor do boletim informativo sobre bilheteria FranchiseRe, "é porque a China encolheu drasticamente como mercado para filmes americanos." Mais Lidas
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