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Amazon compra Globalstar por US$ 11,6 bilhões para competir com Starlink

Home | Época Negócios [Unofficial] April 14, 2026
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A Amazon anunciou nesta terça-feira (14) que vai adquirir a empresa de satélites Globalstar em um acordo de US$ 11,57 bilhões. O objetivo é impulsionar os esforços da gigante de tecnologia para construir sua própria operação de satélites e competir com a rede Starlink, da SpaceX de Elon Musk. Espera-se que o negócio seja concluído em 2027. "Existem bilhões de clientes vivendo, viajando e operando em locais além do alcance das redes existentes, e criamos o Amazon Leo para ajudar a superar essa lacuna", afirmou Panos Panay, vice-presidente sênior de Dispositivos e Serviços da Amazon, em comunicado. "Ao combinar a experiência comprovada e a base sólida da Globalstar com a obsessão da Amazon pelo cliente e a inovação, os clientes podem esperar um serviço mais rápido e confiável em mais lugares, mantendo-os conectados às pessoas e coisas que mais importam", acrescentou Panay. Como parte do acordo, a Amazon adquirirá as operações, a infraestrutura e os ativos de satélite existentes da Globalstar, incluindo licenças de espectro MSS com autorizações globais. “A combinação com o Amazon Leo impulsionará inovações em conectividade digital que beneficiarão nossos clientes e nos levarão a um mundo mais inteligente e continuamente conectado”, disse Paul Jacobs, CEO da Globalstar. Competição com Starlink A Amazon está construindo sua rede de satélites de órbita terrestre baixa, a Amazon Leo, em uma tentativa de competir com a SpaceX, de Elon Musk, cuja unidade Starlink, em rápido crescimento, tem mais de 10 milhões de clientes ativos e cerca de 10 mil satélites em órbita. Estima-se que a Starlink gere mais de US$ 9 bilhões em receita este ano, informa a Reuters. A banda larga via satélite está em expansão, especialmente em locais de difícil acesso, mas a Amazon está ficando para trás em sua meta de aumentar sua cobertura com mais de 7.700 satélites. A empresa solicitou à Comissão Federal de Comunicações (FCC) a dispensa ou prorrogação do prazo para ter 1.600 satélites no ar até julho.

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