Metade dos foliões brasileiros já teve o celular furtado no Carnaval, mostra pesquisa
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February 13, 2026
Quase metade dos foliões brasileiros já teve o celular furtado no Carnaval, segundo levantamento divulgado pela TIM. De acordo com a pesquisa, 47% dos 15,7 mil respondentes já foram vítimas da insegurança e tiveram seu aparelho celular roubado. Além disso, os dados mostram que 20% desse grupo ainda afirmam ter vivido a situação mais de uma vez. Neste ano, a folia oficial está marcada para o dia 17 de fevereiro (terça-feira), mas a programação começa muito antes, com diversas cidades já celebrando nesta sexta-feira (13). A pesquisa teve abrangência nacional e traz dados sobre o comportamento do folião no Carnaval. Enquanto 27% dos entrevistados planejam descansar em casa e 14% preferem acompanhar a festa apenas pelas telas, a soma dos que devem ir às praias (16%), viajar (11%), frequentar bares, shows e festas (11%) ou pular bloquinhos de rua (12%) supera o grupo dos que não pretendem participar da folia. As intenções de compra também foram analisadas pela pesquisa, com cervejas e bebidas alcoólicas liderando com 22%, seguidas por fantasias e acessórios (20%) e produtos de beleza e cosméticos (10%). Golpes com IA Os dados mostram que o cuidado deve ser redobrado no Carnaval deste ano. Os golpes com inteligência artificial devem marcar o feriado. Dados da Serasa Experian indicam que o período pode concentrar mais de 182 mil tentativas de golpe, o equivalente a uma investida a cada 24 segundos. De acordo com a Redbelt Security, consultoria especializada em segurança da informação, os riscos aumentam por conta do alto nível de distração e alta circulação de dinheiro. Além disso, o avanço da inteligência artificial deve redesenhar o perfil das ameaças digitais no país este ano. Segundo a consultoria, golpes envolvendo deepfakes e clonagem de voz com inteligência artificial devem disparar neste ano. Nesses casos, criminosos usam a tecnologia para simular a voz e até mesmo as fotos dessas pessoas, fazendo pedidos urgentes de familiares, executivos ou até mesmo representantes de bancos. Além disso, golpes já recorrentes, como sites falsos de ingressos e camarotes, criados para receber pagamentos via Pix e dados do cartão, devem seguir relevantes. Como se proteger Diante desse cenário, a empresa recomenda medidas práticas, como: reduzir limites de Pix antes de sair de casa, evitar redes Wi-Fi públicas, conferir o destinatário dos pagamentos, desconfiar de pedidos urgentes de dinheiro e nunca compartilhar senhas ou códigos de verificação. O uso de autenticação multifatorial, cartões virtuais e carteiras digitais também é apontado como uma forma de reduzir a exposição a fraudes em ambientes de alto risco. Mais Lidas
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