Mãe revela por que quis parteira em todos os três partos, apesar de marido ser obstetra
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May 27, 2026
Carlie Roman é casada com o ginecologista e obstetra William, mãe de 3 filhos, e o casal reside em Kentucky, nos Estados Unidos. Porém, uma curiosidade chama atenção: a mãe de 33 anos escolheu, em todos os seus partos, ter uma parteira. Quem é a mãe e quem é a filha? Dupla confunde web e viraliza Ela contou à People que devido a limites éticos e práticos, seu marido não poderia servir como seu médico, e como ela não gostaria de ter outro obstetra, acabou indo naturalmente para escolha de uma parteira. Carlie e o marido Reprodução/People Ao longo de cada gravidez, ela encontrou conforto e equilíbrio de ter profissionais que a apoiavam, enquanto o marido permaneceu ao seu lado, como uma presença calma e tranquilizadora. Com essa combinação, Carlie conseguiu se sentir segura e totalmente compreendida em cada trabalho de parto. “Toda a experiência do nascimento é vulnerável, transformadora e inesquecível, e se você conseguir se preparar para fazê-lo ao lado de pessoas com quem se sente confortável, isso é um grande presente e vale o esforço para encontrar a pessoa certa”, diz Roman. Para ela, escolher parteiras foi a melhor opção, tanto médica, quanto emocional. Todas as suas gestações foram saudáveis e de baixo risco, sendo assim, ela conseguiu ter uma abordagem centrada na paciente. O papel do marido Ao longo dos três partos, o papel de Wiiliam se manteve centrado em apoiá-la durante o trabalho de parto, com massagens, e encorajando a esposa a cada contração, além de auxiliar a criar um ambiente calmo na sala de parto. Mas é claro que, quando os bebês estavam prestes a nascer, ela diz que ele ativava o “modo médico” para pegar os bebês na hora do expulsivo, o que deixava a experiência ainda mais emocionante. “Ele foi super encorajador e só de vê-lo ali, pronto para receber nosso bebê em suas mãos amorosas e sagradas, foi incrivelmente especial”, lembra ela. Marido de Carlie é ginocologista Reprodução/People E embora Roman tenha escolhido pessoalmente usar parteiras durante a gravidez, ela respeita profundamente o trabalho do marido e diz que confiaria nele como médico se as circunstâncias permitissem. Initial plugin text O julgamento das outras pessoas Mas Roman conta que muitas pessoas interpretam mal as parteiras e como elas trabalham bem ao lado dos médicos, quando é necessário. “As parteiras são incrivelmente bem educadas, experientes e podem trabalhar lado a lado com médicos que estão presentes caso sejam necessários intervenções médicas complexas, o que cria para mim um equilíbrio", revela. O susto no terceiro parto Carlie relembra um momento que aconteceu durante o seu terceiro parto. Ela contou que durante o trabalho de parto, descobriram que sua bebê estava em uma posição que deixaria o expulsivo mais dificil do que o esperado. Enquanto as parteiras permaneciam presentes e tranquilizadoras durante todo o processo, seu marido interveio para realizar uma manobra que foi treinado para fazer com segurança. “Assim que ele fez isso com nossa filha, consegui empurrá-la rapidamente e ele a pegou”, revela Roman. Além dos partos em si, Roman conta que uma das maiores razões pela quais ela se conectou com os cuidados obstétricos foi o apoio emocional que ela sempre sentiu de suas parteiras. “A energia na sala sempre foi tão calorosa, amorosa, fortalecedora e encorajadora de uma forma que os médicos não têm necessariamente tempo para fornecer”, diz ela. Esse apoio também se estendeu à forma como as decisões foram tratadas durante a gravidez e o parto. Em vez de se sentir pressionada a adotar uma abordagem ou outra, ela diz que seus prestadores respeitaram suas preferências, embora ainda priorizassem a segurança. “Eles realmente levaram em consideração minhas esperanças como uma pessoa inteira, sem tentar me forçar a entrar em nenhuma caixa”, conta Roman. Carlie com sua família Reprodução/People
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