{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreiev6wvwwlfwpg7t5v76juroxhxvwovlkhadctykjkvqr5s3gcvzfm",
    "uri": "at://did:plc:qvpgc4tnvvaveshvev5a2fu3/app.bsky.feed.post/3mmsd7o2hvfi2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreifvt2qixdeip7x2dnesuycjgdpua6shlrk2x4yst7ab2cjlkqpx34"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 257684
  },
  "path": "/colunistas/mariana-rios-ser-tentante/coluna/2026/05/talvez-a-gente-so-precise-deixar-a-mae-em-paz-diz-mari-rios-sobre-os-palpites-na-maternidade.ghtml",
  "publishedAt": "2026-05-26T15:23:33.000Z",
  "site": "https://revistacrescer.globo.com",
  "tags": [
    "crescer"
  ],
  "textContent": "\nQuando um bebê nasce, parece que, junto com ele, nasce também um comitê mundial de especialistas. É impressionante. Mariana Rios fala sobre enfrentar mastite em foto inédita com o filho De repente, todo mundo sabe exatamente o que você deveria fazer. Como segurar. Quanto ele deve mamar. Quanto deve dormir. Se está vestido demais. Se está vestido de menos. Se você pega muito no colo. Se pega pouco. Palo e Mari Rios Reprodução/redes sociais E, claro, isso sempre vem acompanhado daquela frase que parece um mantra coletivo: “No segundo filho, melhora...” Mas e se eu estiver no primeiro? E se esse for o único? E se eu quiser viver cada dúvida, cada excesso de cuidado, cada pequena paranoia exatamente como ela é? Porque, quando um bebê nasce, nasce também uma mãe. E essa mãe está aprendendo absolutamente tudo pela primeira vez. O choro. O silêncio. O olhar que parece dizer alguma coisa que só ela tenta decifrar. É um território completamente novo. E no meio desse turbilhão de amor, hormônios, noites mal dormidas e um medo gigante de não dar conta... ainda chegam os palpites. Muitos. Palpites suficientes para fazer qualquer mulher achar que está enlouquecendo. Mas talvez a verdade seja mais simples: talvez a gente só precise deixar a mãe em paz. Em paz com suas neuras. Com suas novas manias. Com o excesso de zelo. Com aquele instinto quase animal de proteger. Porque, no fundo, ela está fazendo algo extraordinário: aprendendo a ser mãe em tempo real. E isso, convenhamos, já é coragem suficiente. Então, antes de dizer como ela deveria fazer, que tal fazer algo muito mais bonito? Aplaudir. Porque, no meio de tantas dúvidas, medos e opiniões atravessadas... ela continua ali. Amando. Tentando. Cuidando. E dando conta, muito mais do que imagina. Mariana Rios é escritora, apresentadora e empresária Arquivo pessoal",
  "title": "\"Talvez a gente só precise deixar a mãe em paz\", diz Mari Rios sobre os palpites na maternidade"
}