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Irmã pega bebê sem ninguém ver e mãe faz alerta após susto: “Não dá nem pra piscar”

Crescer - O principal portal de notícias para pais, mães e gráv… April 22, 2026
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O vídeo tem menos de um minuto, mas foi o suficiente para gerar milhões de visualizações e um alerta importante para quem tem filhos pequenos em casa. Nas imagens, uma menina de 2 anos tenta pegar a irmã bebê sozinha e acaba derrubando-a no chão. Apesar do susto, a bebê não se machucou. Mas a situação levou a mãe, Giselle Marques, 29, a reforçar um ponto que muitas famílias conhecem bem: com crianças, “um segundo” pode ser o bastante para tudo acontecer. Menina pega bebê e mãe leva susto Reprodução/Instagram Giselle, que é natural de Goiânia e atualmente mora nos Estados Unidos com a família, conta que a cena foi completamente inesperada, especialmente porque sempre orientou a filha mais velha, Luna, a não pegar a irmã sozinha. “Desde que a Alana nasceu, a gente explica que ela só pode pegar com a nossa ajuda. E ela sempre entendeu, sempre pede”, explica, em entrevista a CRESCER. Naquele dia, porém, o contexto era diferente: a mãe havia passado por uma cirurgia na mão e estava com movimentos limitados. “Ela estava muito prestativa comigo. Eu acredito que, naquele momento, ela só quis ajudar, levar a irmã até mim”, diz Giselle. Alana, 7 meses, estava em uma cadeirinha quando acordou e começou a chorar. Giselle havia ido até a cozinha atender o celular. O ambiente fica ao lado da sala e, de lá, a mãe conseguia ver as crianças, mas, por alguns instantes, tinha virado de costas. Foi o suficiente. “Quando olhei, já vi o que estava acontecendo. Meu maior medo era assustar a Luna e ela soltar a bebê de vez”, relembra. A mãe agiu rapidamente, pegou a caçula no colo e, ao perceber que estava bem, voltou-se para a filha mais velha, que, segundo ela, tinha um olhar de quem não tinha entendido muito bem o erro. “Ela parecia dizer: ‘eu só queria ajudar’. Então eu conversei com ela, expliquei de novo com calma, e ela até pediu desculpas”, lembra Giselle. A mãe demorou cerca de um mês para publicar o vídeo. O motivo? Receio dos julgamentos. “Eu sabia que poderiam tirar conclusões a partir de 40 segundos. E foi o que aconteceu com alguns comentários”, diz ela. Ainda assim, decidiu postar, com o objetivo de alertar outras famílias. “A gente acha que ‘é rapidinho’, que não vai acontecer nada. Mas acontece. Em fração de segundos”, avisa. A repercussão foi grande e bastante dividida. De um lado, muitas mães compartilharam experiências parecidas e ofereceram apoio. Do outro, surgiram críticas e julgamentos. “Teve gente dizendo que sou descuidada, que deixo minhas filhas sozinhas… sendo que foi literalmente menos de um minuto”, ressalta. Apesar disso, ela afirma estar tranquila: “Eu sei a mãe que sou. E foi importante ter esperado para postar, porque hoje consigo lidar melhor com tudo isso”. Depois do episódio, a vigilância, que já era grande, foi reforçada. “Agora, não saio nem pra beber água sem levar uma delas comigo”, brinca. Ao mesmo tempo, ela reforça que continua incentivando o vínculo entre as irmãs, mas sempre com supervisão. “Elas são apaixonadas uma pela outra. A Luna cuida muito da irmã. Só precisamos estar por perto”, afirma. Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui): Initial plugin text

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