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  "textContent": "\nAssim que o primeiro ultrassom começou, Bruna Mendonça, 24, já estava emocionada. O fato de estar ali, depois de achar que não poderia engravidar, era motivo suficiente para as lágrimas de felicidade. Mas quando as imagens apareceram no monitor vieram mais surpresas. “Já deu para ver que eram gêmeos”, conta, em entrevista a CRESCER. Então, além de chorar, ela começou a rir também, em um misto de emoções. Reação emocionante da mãe Reprodução/Instagram Naquele dia, 30 de dezembro, Bruna, que é de Cachoeiro do Itapemirim, estava com 8 semanas e 6 dias de gestação. Ela revela que a gravidez, a primeira do casal, veio depois de um ano de tentativas. Durante esse período, ela buscou ajuda médica e recebeu uma notícia difícil. “O médico me disse que eu não estava ovulando e me passou uma medicação para estimular”, explica. O casal não tem histórico de gêmeos na família e nunca imaginou viver essa experiência. Segundo Bruna, o remédio pode ter contribuído, mas a chance de gestação gemelar com esse tipo de estímulo é baixa, entre 5% e 10%. “Para quem não ovulava, a medicação fazer esse efeito… A gente acredita que foi a mão de Deus mesmo. Nós somos cristãos. Oramos muito por um filho e Ele nos deu dois”, diz, emocionada. Ao receber o positivo após tantas tentativas frustradas, a emoção já foi grande. Mas nada comparado ao momento em que soube que eram dois bebês. “Foi exatamente aquilo do vídeo: um misto muito grande de emoções. A gente ria de nervoso”, lembra. Além disso, não dava para ignorar que junto da alegria, viriam preocupações imediatas, como a casa, que era pequena, uma necessidade de mudança, reorganização financeira e profissional. “É impressionante como os pensamentos vêm muito rápido”, constata a mãe. Mesmo assim, a felicidade falou mais alto. “Eu não podia gerar nenhum bebê, pelas minhas condições naturais. E fomos agraciados com dois. Eu não ovulava, eu ovulei duas vezes”, comemora. Por serem gêmeos bivitelinos, ou seja, gerados com duas placentas e dois sacos gestacionais, poderiam ser de sexos diferentes. Mas o casal descobriu que são duas meninas. A revelação do sexo ainda não foi feita oficialmente nas redes sociais. A família já sabe, mas os nomes ainda estão sendo definidos. A previsão de nascimento é para meados de julho. Os planos que fez para a própria vida têm dado certo. Bruna, que completa 25 anos em abril, sempre disse que queria casar e ter filhos cedo. “Casei com 21 anos e sempre dizia que até os 25 queria ter pelo menos um filho. Vou fazer 25 com duas na barriga”, celebra. Apesar dos desafios que imagina que ainda vai enfrentar, principalmente no final da gestação e no pós-parto, por ser mãe de primeira viagem, o sentimento predominante é de gratidão. “A maior alegria é estar realizando um grande sonho desde a infância, que é ter minha família”, afirma. Ela diz que a rotina agora é de organização intensa: ajustes no trabalho, planos de reforma na casa e preparação para a nova dinâmica. “Vai ser desafiador, mas a gente acredita que vai conseguir”, finaliza. Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui): Initial plugin text",
  "title": "Reação de mãe ao descobrir que espera gêmeos emociona, no ES"
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