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  "textContent": "\nO atleta de crossfit Guilherme Malheiros levanta pesos inimagináveis, mas a barra que é colocar um recém-nascido no berço sem chorar.... Essa é mais difícil segurar – e ele tem sentido isso na pele. Pai de Sophia, prestes a completar um mês de vida, ele publicou um vídeo que divertiu pais e mães pelo mundo, que se identificaram com a situação. Acontece aí também? Reprodução/instagram Nas imagens, o esportista embala a menina no colo e ela parece estar em um sono profundo. O bracinho chega a ficar pendurado, sem resistência nenhuma. Mas basta colocá-la no berço para que ela comece a chorar intensamente. Parece até que o colchão tem espinhos... No vídeo, o pai ri, para não chorar também e volta a pegar Sophia no colo. Por que isso acontece? Mas por que será que quase todos os bebês são assim? Segundo a pediatra Mariana Lombardi Novello, associada à Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), esse comportamento é extremamente comum em recém-nascidos. “Nessa fase, o bebê ainda não tem nenhuma capacidade de autorregulação do sono. O sistema nervoso é imaturo e ele depende totalmente do adulto pra se sentir seguro”, explica a especialista. Enquanto a criança está no colo, os estímulos são semelhantes aos que ela recebia dentro do útero, com o calor, a contenção, o movimento e os sons do coração e da respiração dos pais, o que acalma o sistema nervoso. Ao ser colocada no berço, ainda que esteja dormindo, há uma quebra abrupta desses estímulos. “Aí, o choro é a resposta automática de alerta”, afirma a médica. O choro não significa que o berço é desconfortável ou que os pais estão fazendo algo errado. É que a mudança de posição e a sensação de estar solto são suficientes para despertar imediatamente o bebê. “Por isso, esse choro ao sair do colo é esperado e faz parte do desenvolvimento normal”, tranquiliza. Segundo Mariana, a transição do colo para o berço deve ser feita de forma gradual, respeitando ao máximo essa imaturidade. “É importante esperar o bebê entrar em um sono mais profundo, apoiar primeiro o bumbum e as costas e só depois a cabeça, além de manter as mãos sobre o corpo por alguns segundos e garantir um ambiente calmo, com pouca luz”, orienta. “Com a maturação neurológica, previsibilidade e respeito ao sono seguro, essa transição tende a ficar mais fácil ao longo das semanas”, diz a pediatra. “É essencial lembrar que o berço deve estar livre de objetos soltos. O recomendado é que o bebê durma de barriga para cima, em um colchão firme, sem ninho, sem cobertores soltos, sem almofadas ou protetores. Mesmo que esses itens pareçam acolhedores, aumentam muito o risco de sufocamento”, alerta. Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui): Initial plugin text",
  "title": "Atleta tenta colocar filha recém-nascida no berço e reação da menina diverte"
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