{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreia5tikfel5byfiqpnqqb33dashv34otlbdaifg3v233zc6rb2ahma",
    "uri": "at://did:plc:ozyukmutyreglxifxuzagnly/app.bsky.feed.post/3mpsqjh752kq2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreiapaoxskhkapxb377xbo25sr6dbb5jc5g3ku57azkcbduhsaobnoi"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 372193
  },
  "path": "/brasilia/noticia/2026/07/03/moraes-mantem-bolsonaro-em-prisao-domiciliar-e-revoga-porte-de-arma.ghtml",
  "publishedAt": "2026-07-03T21:23:37.000Z",
  "site": "https://cbn.globo.com",
  "tags": [
    "cbn"
  ],
  "textContent": "\nO ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (3) manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em prisão domiciliar. Moraes autoriza transferência de joias sauditas apreendidas no governo Bolsonaro para a Receita Federal Após crítica de Jaques Wagner, diretor da PF diz que vai reavaliar divulgação de apreensões de dinheiro vivo Na decisão, o magistrado revogou o porte de arma de Bolsonaro e determinou que ele entregue, no prazo de 48 horas, todas as armas de fogo que estejam em sua residência. A decisão não estabelece prazo para o término da prisão domiciliar. Moraes determinou que os armamentos sejam entregues pela defesa e advertiu que o descumprimento da ordem poderá resultar na revogação da prisão domiciliar e no retorno do ex-presidente ao regime fechado. O ministro analisou as manifestações da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da defesa de Bolsonaro sobre a apreensão de uma pistola registrada em nome do ex-presidente. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março deste ano, quando Moraes autorizou a conversão do regime por motivos de saúde. O prazo inicial de 90 dias terminou na semana passada, mas a análise sobre a manutenção da medida foi adiada em razão da investigação envolvendo a arma. Ao decidir, Moraes acompanhou o parecer da PGR. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, concluiu que não houve falta grave capaz de justificar a revogação da prisão domiciliar. Apesar disso, a PGR defendeu que a pistola apreendida permaneça sob custódia das autoridades. O entendimento foi baseado na conclusão da Polícia Civil do Distrito Federal, que decidiu não indiciar Bolsonaro no caso. A defesa do ex-presidente também sustentou que não houve descumprimento das condições impostas pelo STF. Os advogados afirmaram que a investigação reconheceu que a arma estava regularmente registrada em nome de Bolsonaro e que não havia impedimento para que permanecesse guardada em sua residência. A defesa informou ainda que o ex-presidente não tem interesse na devolução da pistola apreendida. Com a decisão, Jair Bolsonaro continuará cumprindo em prisão domiciliar a pena de 27 anos de prisão imposta pelo STF pela condenação no processo sobre a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.",
  "title": "Moraes mantém Bolsonaro em prisão domiciliar e revoga porte de arma"
}