BRT está funcionando? Prefeitura e sindicato divergem em meio a greve dos rodoviários
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June 29, 2026
Em meio a greve dos rodoviários, há dúvidas sobre a circulação do BRT. Por um lado, grevistas e o sindicato, além de ouvintes da CBN, afirmam que há poucos ou nenhum ônibus do BRT circulando. Apesar disso, o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, garantiu, nesta segunda-feira (29), que 70% da frota do BRT segue em circulação durante a greve. A paralisação acontece após decisão em assembleia, nesse domingo (28), e por tempo indeterminado. O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região já tinha deferido liminar em que determina circulação mínima de 50% da frota. Cavaliere também afirmou que, especialmente, para os moradores da Zona Norte, há reforço operacional com trens e metrô: 'Por parte da Mobi- Rio, por parte dos BRTs, hoje 70% da frota dos BRTs circulando daquilo que é o planejado para um dia de ponto facultativo. A equipe do metrô, que está aqui mobilizada, fez um planejamento especial para poder absorver uma parte dessa população, especialmente da Zona Norte, uma concentração grande na Pavuna, em Coelho Neto, para que elas possam ter a alternativa do metrô, aquelas áreas que são atendidas por trem, pelas barcas. É uma alternativa, estão em funcionamento regular, e no caso do metrô e também dos trens, teve um plano para poder reforçar, mediante dessa situação de garantia de uma frota mínima circulando na cidade'. Empresa de ônibus Transunião Divulgação/Transunião Em nota antes das 9h, a Mobi-Rio informou que opera, na manhã desta segunda-feira (29), com 68% da frota planejada para este dia de ponto facultativo. Na última hora, 278 veículos cobrem os quatro corredores do sistema BRT com todas as estações abertas. Segundo o RioÔnibus, apenas 800 ônibus saíram das garagens para atender a população. Só que 1,8 mil deveriam estar nas ruas, conforme ordem da Justiça. Os profissionais reivindicam um piso salarial de R$ 4 mil para motoristas de coletivos convencionais e de R$ 5 mil os condutores de veículos articulados. A pauta de reivindicações enviada ao sindicato patronal também exige reajuste no vale-alimentação para R$ 1 mil; convênio médico e odontológico; além da implantação da jornada de trabalho na escala 5x2.
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