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  "publishedAt": "2026-06-25T13:32:35.000Z",
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  "textContent": "\nA prévia da inflação oficial do país, medida pelo IPCA-15, ficou em 0,41% em junho, desacelerando em relação aos 0,62% registrados em maio. Apesar da redução no ritmo de alta dos preços, o índice acumula avanço de 3,45% no primeiro semestre e de 4,8% nos últimos 12 meses, permanecendo acima do teto da meta de inflação, de 4,5%. Entre os nove grupos pesquisados, o de alimentação e bebidas apresentou a maior variação, com alta de 0,74%, respondendo pelo maior impacto individual no índice, de 0,16 ponto percentual. Em seguida aparece o grupo habitação, que avançou 0,72% e contribuiu com 0,11 ponto percentual. Juntos, os grupos de alimentação e bebidas e habitação foram responsáveis por cerca de 66% da inflação registrada em junho. No segmento de alimentação consumida dentro de casa, os maiores aumentos foram observados na batata inglesa, que subiu 29,42%, no tomate, com alta de 17,27%, e no feijão-carioca, que avançou 14,29%. Considerando os últimos seis meses, tomate, batata e cenoura acumulam valorização superior a 100%, mais que dobrando de preço no período. No grupo habitação, a energia elétrica residencial foi o item de maior impacto individual sobre o índice, registrando aumento de 2,04% no mês. Na análise regional, Brasília apresentou a maior alta do IPCA-15 em junho, com variação de 0,97%, impulsionada principalmente pelos aumentos das passagens aéreas e da gasolina. Já os menores resultados foram registrados no Rio de Janeiro e em Curitiba, onde a inflação ficou em 0,28%.",
  "title": "Prévia da inflação desacelera em junho, mas alimentos e energia pressionam preços"
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