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"textContent": "\nA Polícia Civil concluiu um inquérito sobre o estupro coletivo de uma adolescente, ocorrido em agosto de 2023, em Botafogo, na Zona Sul. Na ocasião, estavam envolvidos dois dos cinco acusados de participar de um crime semelhante, em janeiro deste ano, em Copacabana. Clínica estética é investigada por lesões em pacientes em São João de Meriti (RJ) Morosidade nas Varas de Família preocupa advogados e clientes no RJ Segundo as investigações da 12ª Delegacia Policial de Copacabana, o abuso de 2023 aconteceu na residência de Mattheus Veríssimo Zoel Martins, que na época tinha 17 anos. Em depoimento, a vítima contou que foi atraída para o local por um adolescente de 14 anos, para um encontro privado. Depois de ir para o quarto com o jovem, ela começou a ser coagida a permitir a entrada de Mattheus e de Gabriel Oliveira Palmieri, de 24 anos. A mãe da vítima afirmou que a menina foi submetida, por cerca de uma hora e meia, a sexo forçado com os três jovens, sendo agredida com tapas no rosto e socos na costela. Após o crime, o vídeo com as filmagens ainda teria sido divulgado, como forma de constrangimento. Esse fato veio à tona depois da investigação sobre um estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, que ocorreu em Copacabana, em janeiro deste ano. Mattheus, agora com 19 anos, se entregou em março após ser indiciado por esse crime. Já o adolescente está internado para cumprir medidas socioeducativas por ter se envolvido também nesse abuso, sem possibilidade de sair para atividades externas por, ao menos, seis meses. O delegado à frente da operação, Ângelo Lages, explicou como os acusados agiram: “As investigações evidenciaram o mesmo modus operandi, ou seja, o adolescente popular que já havia se relacionado com essa vítima a atraiu para o apartamento de um dos outros investigados. Chegando lá ainda havia um terceiro, maior de idade, e nesse local ela foi submetida a violência sexual, física e psicológica. Segundo ela, ela foi muito agredida pelos autores. Com a investigação, a gente representou pela apreensão dos dois menores que praticaram o crime. Inclusive o Ministério Público já fez a representação sócio-educativa e opinou também a favor da internação dos mesmos. Em relação ao maior envolvido, ele foi indiciado”. Ao ser preso, no início de março, Mattheus foi questionado pela polícia sobre as acusações de 2023, mas exerceu seu direito constitucional ao silêncio. O mesmo aconteceu com o adolescente. Sobre o caso de 2023, ambos vão responder por fato análogo a estupro coletivo qualificado. De acordo com a Polícia Civil, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) já se manifestou a favor da busca e apreensão dos jovens. O processo foi distribuído para a Vara da Infância e da Juventude. Já Gabriel Palmieri, conhecido como De Paris, foi indiciado por estupro coletivo qualificado. A 12ª DP pediu medidas cautelares diversas da prisão, como proibição de aproximação da vítima, devendo o suspeito ficar em uma distância mínima de 100 metros. A distrital também solicitou a proibição de contato com a vítima por qualquer meio e o comparecimento obrigatório em juízo. Anteriormente, Gabriel compareceu acompanhado de advogada na 12ª DP e negou participação nos fatos, embora tenha confirmado conhecer os outros dois jovens e frequentar a residência de Mattheus.",
"title": "Investigados por estupro em Copacabana são indiciados por crime semelhante em 2023"
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