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  "publishedAt": "2026-05-13T22:37:05.000Z",
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  "textContent": "\nA Justiça Federal concedeu habeas corpus e determinou a soltura do funkeiro MC Ryan SP, preso na investigação da Operação Narco Fluxo, que apura um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado a bets ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas. O cantor foi preso no dia 15 de abril durante uma festa no litoral paulista e estava, desde o fim de abril, na Penitenciária 2 de Mirandópolis, no interior de São Paulo. MC Ryan foi apontado como líder e beneficiário do esquema de lavagem. O artista, segundo o processo, utilizava empresas ligadas à produção musical e ao entretenimento para misturar receitas legítimas com dinheiro arrecadado com apostas ilegais e rifas digitais. A desembargadora Louise Filgueiras, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, entendeu que não há elementos suficientes para manter a prisão preventiva, já que nenhum dos investigados foi denunciado até agora pelo Ministério Público Federal. Na decisão, a magistrada também afirmou que a prisão cautelar não pode ser usada para facilitar as investigações e destacou que os equipamentos eletrônicos e materiais necessários para a apuração já haviam sido apreendidos pela Polícia Federal. Apesar da soltura, MC Ryan SP terá de cumprir medidas cautelares, como comparecimento mensal à Justiça, comunicação de mudança de endereço e entrega do passaporte. Também está proibido de deixar o país sem autorização judicial. A decisão também beneficia o influenciador digital e youtuber Diogo Santos de Almeida. A Polícia Federal aponta que o grupo teria movimentado mais de um bilhão e meio de reais por meio de empresas de fachada, contas de passagem, criptomoedas e remessas ao exterior. O inquérito também investiga ligação com apostas ilegais, rifas clandestinas e lavagem de dinheiro do tráfico internacional de drogas. A decisão também beneficia o influenciador digital e youtuber Diogo Santos de Almeida.",
  "title": "Justiça Federal determina soltura do funkeiro MC Ryan SP com medidas cautelares"
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