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  "textContent": "\nO ministro Nunes Marques tomou posse nesta terça-feira (12) como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em uma cerimônia em Brasília que reuniu autoridades dos três Poderes, políticos e pré-candidatos para as eleições de 2026. Entre os presentes, estavam o presidente Lula, a primeira-dama Janja da Silva, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro e o ex-presidente José Sarney. Durante o discurso de posse, Nunes Marques fez uma defesa enfática das urnas eletrônicas, classificando o sistema como “patrimônio da democracia” brasileira. O ministro também afirmou que pretende conduzir a Corte com “independência, equilíbrio e prudência”, em sinalização de uma atuação mais discreta em comparação ao ministro Alexandre de Moraes, que presidiu o TSE nas eleições de 2022. “Devemos atuar com independência, equilíbrio e prudência, sem omissão diante de ameaças concretas ao processo democrático, mas também sem incorrer em excessos incompatíveis com o Estado Democrático de Direito”, afirmou. O novo presidente do TSE também destacou os desafios impostos pelo avanço da inteligência artificial nas eleições. Segundo ele, o uso da tecnologia será um dos principais pontos de atenção da Justiça Eleitoral em 2026, especialmente após a aprovação de regras para identificação de conteúdos gerados por IA durante o período eleitoral. Nunes Marques toma posse como presidente do TSE Luiz Roberto/TSE Nunes Marques ainda defendeu a participação democrática e a inclusão de minorias no processo político. “O voto não constitui mero ato formal de participação política. Representa a expressão de pertencimento cívico, de dignidade democrática e de confiança nas instituições da República”, declarou. Críticas a Messias A cerimônia também teve um momento de destaque durante a fala do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti. O advogado fez um desagravo público ao advogado-geral da União, Jorge Messias, após a rejeição de seu nome para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Durante os aplausos a Jorge Messias, chamou atenção a postura reservada do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, apontado nos bastidores como articulador da resistência ao nome do AGU para o STF.",
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