{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreifd6zmcf4v7d2dmmvzdddeisjvgpbh2m27k3omht5vmhrr22xvcpa",
    "uri": "at://did:plc:ozyukmutyreglxifxuzagnly/app.bsky.feed.post/3mkzk4cyt54y2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreig3235bz7bnvgsqzclakzt25ry73cknjyrdxi3xpehksyhamawzxy"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 223015
  },
  "path": "/mundo/noticia/2026/05/04/saiba-como-sera-escolta-dos-eua-de-embarcacoes-pelo-estreito-de-ormuz.ghtml",
  "publishedAt": "2026-05-04T09:19:47.000Z",
  "site": "https://cbn.globo.com",
  "tags": [
    "cbn"
  ],
  "textContent": "\nO Irã afirmou que tem controle total do Estreito de Ormuz e ameaçou atacar navios dos Estados Unidos que tentarem guiar petroleiros pelo canal. Em meio a isso, presidente Donald Trump promete iniciar nas próximas horas uma operação para guiar em segurança os navios presos na passagem estratégica. Em postagem na rede social, Donald Trump disse que a ação vai abranger países que não participam da guerra no Oriente Médio, mas não citou nenhuma nação especificamente. Chamada pelo presidente de \"Projeto Liberdade\", a operação tem o objetivo de libertar pessoas, empresas e países que seriam \"vítimas das circunstâncias\" do bloqueio na passagem. O presidente americano prometeu combater com firmeza a qualquer interferência na escolta aos navios, que ele chamou de “gesto humanitário”. A operação visa retirar mais de setecentas embarcações, incluindo 120 petroleiros carregados, que estão presas no Estreito de Ormuz. O plano envolverá destróieres de mísseis guiados, mais de 100 aeronaves, plataformas não tripuladas multidomínio e cerca de 15 mil militares, informou o Comando Central dos EUA. Apesar disso, não foi informada a forma como eles serão utilizados. Os destróieres, por exemplo, são os navios de guerra ainda utilizados para controle dos portos iranianos em Ormuz. Com isso, há possibilidade deles saírem do ponto em que atuam no momento. Explosão no Estreito de Ormuz. SEPAH NEWS / AFP Nesta madrugada, o Exército do Irã alertou os Estados Unidos que atacará as forças americanas se a missão se aproximar ou entrar na rota naval. O Irã alertou que 'qualquer força militar estrangeira, especialmente o exército invasor americano, será atacada' caso tente se aproximar ou entrar no Estreito de Ormuz, de acordo com um alto oficial militar. O major-general Ali Abdollahi, comandante do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, o comando unificado das forças armadas iranianas, afirmou em comunicado que o Irã protegerá a segurança do estreito 'com todas as suas forças', após os EUA prometerem guiar navios retidos através do ponto de estrangulamento para o transporte de petróleo. Polêmicas em Ormuz após proposta de paz A publicação de Trump vem após o Irã ter afirmado que recebeu uma resposta dos Estados Unidos à sua mais recente proposta de negociações de paz. A mídia estatal iraniana informou que Washington enviou a resposta por meio do Paquistão e que o conteúdo está sendo analisado. Nos Estados Unidos, a desaprovação do presidente Donald Trump atingiu um novo recorde, a seis meses da eleição de meio de mandato. Segundo pesquisa do Washington Post/ABC News/Ipsos, a desaprovação de Trump chegou a 62 por cento. O levantamento divulgado ontem mostrou que o republicano tem apenas 37% de aprovação dos americanos. Segundo a pesquisa, 76% dos americanos rejeitam a gestão do custo de vida; 72% a condução da inflação; e 66% a guerra com o Irã - que 61% consideram um erro. Um dos principais motivos é o preço da gasolina, que aumentou 50% desde o início da guerra contra o Irã. O combustível de aviação subiu mais de 70%, obrigando as companhias aéreas a aumentar as tarifas e taxas de bagagem. Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Divulgação/Casa Branca",
  "title": "Saiba como será escolta dos EUA de embarcações pelo Estreito de Ormuz"
}