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"publishedAt": "2026-04-24T12:57:02.000Z",
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"textContent": "\nO PSD, partido do ex-prefeito do Rio Eduardo Paes, pediu ao Supremo Tribunal Federal que negue o pedido do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, para assumir imediatamente o governo do estado. A manifestação, apresentada nesta sexta-feira (24), é uma reação ao pedido feito pela Alerj e por Ruas que se baseia na eleição para presidência da Casa, na última sexta-feira (17). O partido considera que o pedido de Ruas deve ser negado pois foi feito numa ação que não trata da linha sucessória, contraria decisão do próprio Supremo e contribui “para desestabilizar o ambiente tão conturbado do estado”. Ao relator do caso, ministro Luiz Fux, a Alerj e Ruas registraram que a escolha do deputado configura um “fato novo” que alteraria a atual situação de interinidade no comando do Executivo estadual. Há um mês o quarto na linha sucessória, desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça, é quem comanda o estado diante. Ele assumiu após renúncia do então governador Cláudio Castro, porque o RJ estava sem vice-governador e sem presidente da Assembleia Legislativa. O PSD argumenta que o tema em discussão no STF são as regras da eleição indireta, e não a linha sucessória do estado. “Nada tem de novo a eleição de um Presidente para a Alerj. É, na verdade, conhecido e antecipado estratagema do grupo político que já foi cassado do Governo do Estado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Um autêntico fato velho”, diz trecho da manifestação encaminhada pelo PSD ao STF. Na quinta-feira (16), a Alerj afirmou ao STF que com a posse de um novo presidente, deve ser restabelecida a ordem sucessória prevista na Constituição estadual. Nela, o chefe do Legislativo fluminense é quem deve comandar o estado em caso de ausência do governador e do vice. Julgamento paralisado O julgamento sobre as regras para sucessão no RJ está parado após pedido de vista do ministro Flávio Dino. Até agora, quatro ministros votaram que a crise deve ser solucionada com uma eleição indireta, e um ministro defendeu uma eleição direta. Nessa quinta-feira (23), o Tribunal Superior Eleitoral disponibilizou o acórdão do julgamento que resultou na declaração de inelegibilidade do ex-governador do RJ, Cláudio Castro. Era o que o ministro Flávio Dino aguardava com seu pedido de vistas: agora, a pressão sobre ele aumenta para que o processo seja logo liberado e a votação se encerre. Uma ala do STF defende a realização de eleições indiretas; a outra defende a realização de eleições diretas, com participação da população.",
"title": "PSD pede que STF não autorize Douglas Ruas a assumir governo do RJ"
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