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  "textContent": "\nOs Estados Unidos estão considerando rever a reivindicação britânica sobre as Ilhas Malvinas como punição pela falta de apoio na guerra contra o Irã. As informações estão em uma reportagem da agência de notícias Reuters. Um e-mail interno do Pentágono que vazou sugeriu uma revisão da posição de Washington sobre a reivindicação britânica das ilhas, enquanto autoridades americanas buscam opções para punir os aliados da OTAN por sua resposta ao início do conflito no Oriente Médio. O memorando, que também considera a suspensão da Espanha da aliança, expressa frustração com a pouca ajuda ou recusa de certos aliados em apoiar a ação militar de Washington contra Teerã. Trump vem criticando nas últimas semanas a OTAN de forma recorrente pelos aliados não participarem do conflito, chamando a aliança de 'tigre de papel' e ameaçando a retirada. Além disso, ele atacou o premiê britânico, Keir Starmer, em algumas ocasiões. Um funcionário do governo americano afirmou à agência de notícias Reuters que essas opções estão sendo discutidas em altos escalões dentro do Pentágono. Donald Trump ao lado do premiê britânico, Keir Starmer. Christopher Furlong / POOL / AFP O memorando expôs as tensas relações entre o Reino Unido e o governo Trump, pois inclui uma opção para reavaliar o apoio diplomático dos EUA a antigas 'possessões imperiais' europeias, como as Ilhas Malvinas. Em resposta, o porta-voz oficial do primeiro-ministro disse aos jornalistas que 'não poderíamos ser mais claros sobre a posição do Reino Unido em relação às Ilhas Malvinas'. 'É algo antigo, permanece inalterado. A soberania pertence ao Reino Unido e a autodeterminação é fundamental', declarou. Ele afirmou que defender as Malvinas é uma 'hipótese', mas que a posição não era esse nesse momento. 'As Ilhas Malvinas já votaram esmagadoramente a favor de permanecerem um território ultramarino. Sempre defendemos o direito à autodeterminação. A soberania reside em nós. A autodeterminação é fundamental', completou. O site do Departamento de Estado afirma que as ilhas são administradas pelo Reino Unido, mas ainda são reivindicadas pela Argentina, cujo presidente, Javier Milei, é um aliado de Trump. Os dois países travaram uma breve guerra em 1982 pelas ilhas, após uma tentativa fracassada da Argentina de conquista. Cerca de 650 soldados argentinos e 255 soldados britânicos morreram antes da rendição da Argentina. Cessar-fogo entre Israel e Líbano é prorrogado por três semanas, anuncia Trump Bombardeio de Israel no Líbano. AFP O cessar-fogo entre Israel e Líbano foi prorrogado por três semanas. A informação foi divulgada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Trump também disse que espera receber para um encontro, em breve, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente do Líbano, Joseph Aoun. A decisão foi tomada após um encontro entre representantes de alto escalão dos países na Casa Branca. O republicano afirmou que, além dele, também participaram da reunião no Salão Oval o vice-presidente americano, JD Vance, o secretário de Estado, Marco Rubio, e os embaixadores do Líbano e de Israel. Trump acrescentou que os Estados Unidos trabalharão com o Líbano para ajudá-lo a se proteger do grupo Hezbollah, milícia apoiada pelo Irã no território libanês. O encontro ocorreu em meio à troca de tiros entre as forças armadas israelenses e o Hezbollah, na quinta-feira, apesar do cessar-fogo que expiraria em poucos dias. Os contínuos combates no Líbano têm prejudicado o progresso lento rumo a um acordo de paz mais amplo entre o Irã, os Estados Unidos e Israel. Teerã considera o cessar-fogo no território libanês uma condição essencial para um compromisso mais abrangente.",
  "title": "Trump considera rever apoio ao controle do Reino Unido nas Malvinas pela falta de apoio a guerra"
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