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"textContent": "\nDe acordo com avaliações internas do Departamento de Defesa, confirmadas por fontes do Congresso que falaram ao jornal americano New York Times, os estoques de mísseis e armas caras dos Estados Unidos foram significativamente reduzidos devido à guerra com o Irã. Os EUA consumiram cerca de 1.100 mísseis de cruzeiro furtivos de longo alcance, projetados para uma guerra com a China; 1.000 mísseis de cruzeiro Tomahawk, cerca de 10 vezes o número que compram anualmente; 1.200 mísseis interceptores Patriot, cada um custando mais de US$ 4 milhões; e 1.000 mísseis guiados de precisão e mísseis terrestres. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em publicação na rede social Truth Social que o Irã não sabe 'quem é seu líder'. Segundo ele, há uma luta interna entre os 'linha-dura' que, de acordo com o republicano, vem sofrendo derrotas, e os 'moderados', que, para Trump, 'não são nada moderados, mas estão ganhando respeito'. 'Temos controle total sobre o Estreito de Ormuz. Nenhum navio pode entrar ou sair sem a aprovação da Marinha dos Estados Unidos. Está \"totalmente lacrado\" até que o Irã consiga fechar um ACORDO!!!', completa o presidente americano. Trump ainda afirmou nesta quinta-feira (23) ter ordenado à Marinha dos EUA que 'atire e destrua' qualquer embarcação que esteja minando o Estreito de Ormuz. Em uma publicação na sua rede social Truth Social, o presidente dos EUA afirmou que seus 'caçadores de minas' estavam 'limpando o estreito neste momento'. Há receios de que o Irã tenha minado a via navegável, embora isso ainda não tenha sido confirmado. Caso isso tenha ocorrido, ameaçaria interromper o tráfego pelo estreito, que é responsável por um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, prejudicando ainda mais a economia global a longo prazo. O vice-presidente do parlamento iraniano, Hamid-Reza Haji Babaei, anunciou nesta quinta-feira (23) que o banco central do país recebeu sua primeira receita do sistema de pedágio do Estreito de Ormuz. A informação foi divulgada pela agência de notícias do Irã Tasnim. Embarcações passam pelo Estreito de Ormuz. Giuseppe CACACE / AFP No mês passado, a Comissão de Segurança do parlamento iraniano aprovou um plano para impor taxas aos navios que passam pelo estreito, o que gerou reações negativas internacionais, inclusive de especialistas em direito marítimo e autoridades americanas. 'Isso não é apenas ilegal, é inaceitável, é perigoso para o mundo e é importante que o mundo tenha um plano para enfrentar isso', disse o secretário de Estado americano, Marco Rubio, na época, se referindo às tentativas de Teerã de estabelecer um sistema de pedágio. O fluxo por essa importante via navegável, por onde normalmente passa um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, permanece extremamente reduzido em meio ao bloqueio naval dos EUA aos portos iranianos e aos recentes ataques e apreensões de navios na região. Teerã já havia declarado que a soberania iraniana sobre o Estreito de Ormuz é uma condição para o fim da guerra. O parlamento e o Conselho Supremo de Segurança Nacional do país estão atualmente analisando um plano para afirmar o controle soberano sobre a hidrovia, disse nesta quinta (23) à agência de notícias semioficial Mehr um membro da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do parlamento iraniano. Entretanto, funcionários do Pentágono informaram os legisladores esta semana sobre uma avaliação de inteligência que concluiu que a remoção completa das minas do estreito após o fim da guerra com o Irã pode levar até seis meses, segundo informações da CNN. Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Divulgação/Casa Branca",
"title": "Estoque de mísseis e armas caras dos EUA esgotou por causa da guerra com Irã, afirma NYT"
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