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"textContent": "\nAs Forças Armadas dos EUA estão preparando planos de contingência para atacar as defesas iranianas no Estreito de Ormuz, caso o cessar-fogo seja violado pelos iranianos. As informações são da rede de TV CNN, citando autoridades americanas. Segundo essas autoridades, o foco é neutralizar minas iranianas, lanchas rápidas e ameaças costeiras, a fim de manter aberto o estreito por onde passa 20% do petróleo mundial. 'As Forças Armadas dos EUA continuam a apresentar opções ao presidente Trump, e todas as opções permanecem em aberto', comentou um oficial do Pentágono sobre os alvos planejados. Mesmo que os militares tenham como alvo a Marinha iraniana, grande parte do primeiro mês de bombardeios concentrou-se em alvos distantes do estreito, o que permitiria aos militares americanos atacar áreas mais internas do Irã. Os novos planos preveem uma campanha de bombardeio muito mais concentrada em torno de vias navegáveis estratégicas. A CNN relatou anteriormente que uma grande porcentagem dos mísseis de defesa costeira do país permanece intacta. O Irã também possui inúmeras embarcações pequenas que poderiam ser usadas como plataformas para lançar ataques contra navios, o que complica os esforços dos EUA para abrir o estreito. De acordo com avaliações internas do Departamento de Defesa, confirmadas por fontes do Congresso que falaram ao jornal americano New York Times, os estoques de mísseis e armas caras dos Estados Unidos foram significativamente reduzidos devido à guerra com o Irã. Os EUA consumiram cerca de 1.100 mísseis de cruzeiro furtivos de longo alcance, projetados para uma guerra com a China; 1.000 mísseis de cruzeiro Tomahawk, cerca de 10 vezes o número que compram anualmente; 1.200 mísseis interceptores Patriot, cada um custando mais de US$ 4 milhões; e 1.000 mísseis guiados de precisão e mísseis terrestres. Trump considera rever apoio ao controle do Reino Unido nas Malvinas pela falta de apoio a guerra Ilhas Malvinas foram disputadas por Argentina e Reino Unido em um conflito. Reprodução Os Estados Unidos estão considerando rever a reivindicação britânica sobre as Ilhas Malvinas como punição pela falta de apoio na guerra contra o Irã. As informações estão em uma reportagem da agência de notícias Reuters. Um e-mail interno do Pentágono que vazou sugeriu uma revisão da posição de Washington sobre a reivindicação britânica das ilhas, enquanto autoridades americanas buscam opções para punir os aliados da OTAN por sua resposta ao início do conflito no Oriente Médio. O memorando, que também considera a suspensão da Espanha da aliança, expressa frustração com a pouca ajuda ou recusa de certos aliados em apoiar a ação militar de Washington contra Teerã. Trump vem criticando nas últimas semanas a OTAN de forma recorrente pelos aliados não participarem do conflito, chamando a aliança de 'tigre de papel' e ameaçando a retirada. Além disso, ele atacou o premiê britânico, Keir Starmer, em algumas ocasiões. Um funcionário do governo americano afirmou à agência de notícias Reuters que essas opções estão sendo discutidas em altos escalões dentro do Pentágono . O memorando expôs as tensas relações entre o Reino Unido e o governo Trump, pois inclui uma opção para reavaliar o apoio diplomático dos EUA a antigas 'possessões imperiais' europeias, como as Ilhas Malvinas. O site do Departamento de Estado afirma que as ilhas são administradas pelo Reino Unido, mas ainda são reivindicadas pela Argentina, cujo presidente, Javier Milei, é um aliado de Trump. Os dois países travaram uma breve guerra em 1982 pelas ilhas, após uma tentativa fracassada da Argentina de conquista. Cerca de 650 soldados argentinos e 255 soldados britânicos morreram antes da rendição da Argentina.",
"title": "EUA preparam ataque ao Irã em Ormuz caso país viole o cessar-fogo, diz TV"
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