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EUA confirmam perda de drone que custa mais de R$ 1 bilhão no Oriente Médio

CBN | As principais notícias do Brasil e do Mundo [Unofficial] April 16, 2026
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Após análises de dados feitos por diversos veículos de comunicação indicarem que os Estados Unidos perdeu seu drone MQ-4C Triton, uma de suas aeronaves mais caras, no Oriente Médio, a Marinha americana confirmou a informação. Um relatório do Comando de Segurança da Marinha dos EUA desta semana revelado pela rede de TV americana CNN destaca que o drone, que custa US$ 240 milhões (mais de R$ 1 bilhão), caiu em 9 de abril. O local exato da queda não foi revelado. Após polêmica, embaixada do Irã publica vídeo feito por IA de Jesus jogando Trump no inferno; veja Principal negociador iraniano afirma que cessar-fogo no Líbano é 'tão importante' quanto no Irã Segundo os dados vistos pela CNN, o drone partiu da Estação Aeronaval de Sigonella, na Itália, e desapareceu no Golfo Pérsico. Ele teve uma queda na altitude de 15 mil para 2 mil metros e perdeu contato. Ainda não se sabe se ele foi abatido por forças iranianas. A Marinha dos EUA, por enquanto, apenas confirmou o desaparecimento. A Northrop Grumman, que é a fabricante, diz que essa é a 'principal aeronave não tripulada do mundo para inteligência, vigilância, reconhecimento e direcionamento marítimo'. Ela pode alcançar 8,5 mil milhas náuticas e tem motor a jato. Irã pratica 'pirataria' e 'terrorismo' no Estreito de Ormuz, afirma secretário de Defesa dos EUA Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth. SAUL LOEB / AFP O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, ameaçou o Irã em uma coletiva de imprensa no Pentágono nesta quinta-feira (16), acusando o país de 'pirataria' e 'terrorismo' no Estreito de Ormuz. Ele afirmou que os EUA estão prontos para retomar os combates com 'mais poder do que nunca' caso o atual cessar-fogo chegue ao fim. As declarações de Hegseth surgem em meio a esforços para retomar as negociações diretas entre os EUA e o Irã, e após o presidente americano Donald Trump ter indicado que a guerra pode estar perto do fim. O atual cessar-fogo de duas semanas deve terminar em 22 de abril. Ao iniciar a coletiva de imprensa, Hegseth afirma que os EUA estão fortalecendo seu poderio militar, enquanto alega que o Irã é incapaz de reconstruir sua própria força. Ele diz que os EUA estão 'totalmente preparados para retomar as operações de combate'. 'Esta não é uma luta justa', diz ele. Ele acrescenta que, enquanto o Irã 'está se reerguendo de instalações bombardeadas e devastadas, nós só estamos ficando mais fortes'. 'Estamos recarregando com mais poder do que nunca e com informações mais precisas do que nunca, à medida que você se expõe, com seus movimentos, ao nosso olhar atento'. Hegseth afirma que o bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã, uma via crucial para o abastecimento global de petróleo, não equivale ao controle da hidrovia. O Irã tem exigido o controle contínuo do estreito nas negociações para o fim da guerra. 'Você não pode controlar nada. Para ser claro, ameaçar disparar mísseis e drones contra navios, navios comerciais que estão transitando legalmente em águas internacionais, isso não é controle. Isso é pirataria. Isso é terrorismo. A Marinha dos Estados Unidos controla o tráfego que entra e sai do estreito porque temos recursos e capacidades reais, e estamos realizando esse bloqueio'. Ele acrescenta que os EUA garantirão que 'o Irã jamais possua uma arma nuclear'. Pete afirma que, em vez de continuar em conflito, o Irã pode iniciar negociações com os EUA e 'escolher um futuro próspero, uma ponte de ouro, e esperamos que o faça'. Fumaça após ataque contra o Irã na guerra do Oriente Médio. AFP

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